Segundo Livro das Crônicas

Capítulo Versículos Trecho
1 1-17 Salomão recebe a Sabedoria III. Salomão e a construção do Templo
18 Últimos preparativos. Hiram de Tiro
2 1-15
16-17 Os trabalhos
3 1-17
4 1-22
5 1
2-10 Transferência da Arca da Aliança
11-14 Deus toma posse do Templo
6 1-2
3-11 Discurso de Salomão ao povo
12-20 Oração pessoal de Salomão
21-39 Oração pelo povo
40-42 Conclusão da prece
7 1-10 A dedicação
11-22 Advertência divina
8 1-16 Conclusão: término das construções
17-18 Glória de Salomão
9 1-28
29-31 Morte de Salomão
10 1-18 O cisma IV. As primeiras reformas da monarquia 1. Roboão e o reagrupamento dos levitas
11 1-12 Atividade de Roboão
13-17 O clero junto a Roboão
18-23 A família de Roboão
12 1-16 A infidelidade de Roboão
13 1-3 A guerra 2. Abias e a fidelidade ao sacerdócio legítimo
4-12 O discurso de Abias
13-18 A batalha
19-23a Fim do reinado
23b A paz de Asa 3. Asa e suas reformas cultuais
14 1-7
8-14 A invasão de Zara
15 1-19 A exortação de Azarias e a reforma
16 1-10 Guerra contra Israel
11-14 Fim do reinado
17 1-2 O poder de Josafá 4. Josafá e a administração
3-12 Zelo pela Lei
13-19 O exército
18 1-27 A aliança com Acab e a intervenção dos profetas
28-34 O combate. Intervenção de um profeta
19 1-3
4-11 Reformas judiciárias
20 1-30 Uma guerra santa
31-37 Fim do reinado
21 1
2-20 Reinado de Jorão 5. Impiedade e desastres de Jorão, Ocozias, Atalia e Joás
22 1-9 Reinado de Ocozias
10-12 O crime de Atalia
23 1-15 Coroação de Joás e morte de Atalia
16-21 A reforma de Joiada
24 1-16 Joás restaura o Templo
17-27 Apostasia de Joás e castigo
25 1-4 Coroação de Amasias 6. Os reinados medíocres de Amasias, Ozias e Joatão
5-16 Guerra contra Edom
17-24 Guerra contra Israel
25-28 Fim do reinado
26 1-5 Começo do reinado de Ozias
6-15 Poder de Ozias
16-23 Orgulho e castigo
27 1-9 O reinado de Joatão
28 1-4 O Resumo do reinado V. As grandes reformas de Ezequias e de Josias 1. Impiedade de Acaz, pai de Ezequias
5-8 A invasão
9-15 Os israelitas ouvem o profeta Oded
16-27 Pecados e morte de Acaz
29 1-2 Resumo do reinado 2. A restauração de Ezequias
3-17 Purificação do Templo
18-28 O sacrifício de expiação
29-36 Recomeça o culto
30 1-14 Convocação para a Páscoa
15-27 A Páscoa e os Ázimos
31 1 Reforma do culto
2-21 Restauração do clero
32 1-8 Invasão de Senaquerib
9-19 Palavras ímpias de Senaquerib
20-29 Êxito da prece de Ezequias
30-33 Resumo do reinado, morte de Ezequias
33 1-10 Manassés destrói a obra de Ezequias 3. Impiedade de Manassés e de Amon
11-20 Cativeiro e conversão
21-25 Endurecimento de Amon
34 1-2 Resumo do reinado 4. A reforma de Josias
3-7 Primeiras reformas
8-13 Os trabalhos do Templo
14-21 Descoberta da Lei
22-28 Oráculo da profetisa
29-33 Renovação da Aliança
35 1-6 Preparação da Páscoa
7-18 A solenidade
19-27 Fim trágico do reinado
36 1-4 Joacaz 5. Situação de Israel no fim da monarquia
5-8 Joaquim
9-10 Jeconias
11-13 Sedecias
14-16 A nação
17-21 A ruína
22-23 Anunciando o futuro

Fonte: Bíblia de Jerusalém.

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As duas semanas entre o sumiço e o reencontro da Bardot

Bardot

Terça-feira, 16 de dezembro de 2014, 23h00. Caía um dilúvio em Brasília. Eu estava de plantão no trabalho, e mal sabia as agonias que as duas semanas seguintes me trariam.

Ligo para casa, avisando para darem comida para as duas cachorras (Bardot, 12 anos e Sunny, 5). Meu filho abre a porta de casa e percebe que o portão da garagem tinha sido aberto por algum fenômeno natural: curto, raio, não sabemos. Há quanto tempo? Também não sabemos. Depois de fechado, foi a hora de separar as duas cachorras, que costumam comer separadas. Mas onde está a Bardot? A família se mobilizou para procurá-la, mas nada. Bardot fugiu.

Recebo o telefone no trabalho, sem poder sair para fazer nada. O que aconteceu daí pra frente nós só ficamos sabendo mais tarde. As horas seguintes foram de buscas pelas ruas mais próximas de casa. Nada. E eu ainda no trabalho, sem saber o que fazer. Sou liberado 1h30, já sabendo que as buscas não tiveram sucesso. Vou pra casa devagar, procurando. Estaciono e resolvo dar uma volta a pé, verificando cada cantinho entre as casas. De terno. Na chuva. Mas nada de Bardot. Outra volta de carro, mas nada. A chuva continua, não dá pra ver quase nada. O jeito é dormir e voltar à busca no dia seguinte.

Na manhã seguinte não vou ao trabalho. Saio pelas ruas mais próximas, perguntado para jardineiros, piscineiros, qualquer um na rua pra ver se alguém a viu. Uma notícia: ela foi vista num conjunto próximo. Verifico tudo ao redor, mas nada. Era alarme falso, como saberíamos mais tarde.

Ao fim da manhã, depois de rodar todas as ruas mais próximas, coloco em prática o plano B: o Facebook. Ao longo das duas semanas seguintes, esse post seria compartilhado mais de 1125 pessoas. Sou muito grato a cada uma delas, apesar de não ter sido essa o caminho que nos levaria a encontrá-la.

À tarde, já no trabalho, recebo uma notícia: uma pessoa (Manuela) postou fotos dela no Facebook. A foto era dela, não havia dúvida. Consegui seu telefone, e ligo para ela aliviado. Mas o alívio durou pouco, pois ela me conta que tentou levá-la a um hospital veterinário relativamente próximo, onde foram tiradas as fotos. O problema é que o hospital não a aceitou, por não estar com o dono e por ela não estar machucada. No caminho de volta para o carro ela fugiu, pois estava sem coleira. Ainda chovia, e ela – assustada – correu e sumiu na escuridão. A Manuela não pôde fazer nada.

Ao receber a notícia, já no trabalho, pedi permissão para procurá-la no matagal próximo ao ocorrido. Eu e meu filho nos enfiamos no matagal, mas sem sucesso. Coloco uma atualização no Facebook, que foi compartilhada por 686 pessoas. Minha gratidão a esses também.

No dia seguinte entra o plano C: distribuir panfletos pelas ruas mais próximas do último lugar onde ela foi vista, o hospital que não a aceitou. Novamente, conversamos com jardineiros, piscineiros, transeuntes, etc., mas nada.

Os próximos dois dias são assim: recebemos algumas informações desencontradas nesse tempo: ela foi vista perto daqui, ela foi vista perto dali. Fazemos buscas em horários diferentes, para tentar encontrá-la andando. Encontrá-la dormindo é tarefa quase impossível, pois ela já não ouve tão bem por causa da idade. Muitas pessoas comentam no Facebook, mandam mensagens, ligam. Mas nada de concreto.

Na sexta decidimos pôr em prática o plano D: colocar faixas em locais estratégicos, com nossos telefones. Infelizmente não conseguimos ninguém para confeccioná-los. Em todos os lugares para que ligávamos, o prazo mínimo era segunda-feira. Entra em prática, então, o plano E (uma variação do plano C, na verdade): distribuir mais panfletos, nas portarias de condomínios, em comércios mais movimentados, etc. Assim é o sábado. O domingo é pra andar de carro por todo lado, procurando. Nada.

Na segunda-feira colocamos as faixas. A partir daí começam a aparecer ligações: 3 pastores encontrados aqui, outro visto ali. Corremos aos locais para verificar, mas nada de encontrar a Bardot.

Uma viagem já está marcada para a terça-feira à noite. O coração aperta, sabendo que qualquer notícia não poderia ser verificada imediatamente por estarmos longe. Já não vemos a Bardot há uma semana.

Na quarta-feira recebo muitas ligações, mas todos de cachorros que já tínhamos visto antes de sair, ou que sabíamos não ser a Bardot.

Na manhã da quinta-feira, já cansado de dar respostas negativas, uma pessoa (Cláudia) liga dizendo que encontrou o panfleto em uma pet-shop que frequentava e que estava com a Bardot. Ela não quer dar o endereço para que o jardineiro vá buscar; ela não quer tirar uma fotografia pra termos certeza de que é a Bardot; ela deixa um telefone que quase sempre cai na caixa posta. Ficamos agoniados, sem saber se ela está sendo bem tratada (o que, agora sabemos, foi o que aconteceu) ou mesmo se a informação é verdadeira.

Nessa agonia, resolvo recorrer a uma colega de trabalho, que tenta conseguir mais informações, e nos ajudou muito nessa história toda. Uma pausa para um agradecimento necessário: muito obrigado por tudo, Kátia! Nos tranquilizou muito saber que tinha alguém por perto tentando resolver. Somos muitíssimos gratos pela sua ajuda. Ela tenta de todas as maneiras, mas não consegue muita coisa: a Cláudia só quer entregar a Bardot para o dono.

Temos que esperar até o domingo, quando voltamos a Brasília e combinamos de encontrar com a Cláudia. Por motivos desconhecidos a nós, o encontro só acontece na segunda-feira, dia 29, quase duas semanas depois. Mas é ela mesma. Muito bem cuidada. Aqui uma pausa para o maior agradecimento: muito obrigado por cuidar da nossa Bardot por todo esse tempo, Cláudia.

Só então ficamos sabendo: ela foi encontrada pela Cláudia logo depois de fugir da Manuela. Era muito difícil falar com ela por causa das viagens que ela faz. E, provavelmente, o fato de ela não ter deixado ninguém pegar, nem mandar fotos, foi para ter certeza de estar entregando a Bardot para a pessoa certa. Confesso que essa dúvida de quase cinco dias foi muito agoniante, mas entendo perfeitamente os motivos dela. A Bardot foi muito bem cuidada durante esse tempo, e nos alivia muito saber que todo esse tempo ela não ficou perambulando pelas ruas, mas sendo cuidada com muito carinho.

Bom… Agora que ela já está aqui em casa, dá pra esfriar a cabeça e fazer um balanço final: se isso acontecer contigo, não demore, como eu. Mande fazer logo as faixas e distribua panfletos o máximo que puder. Se eu tivesse feito isso antes, talvez a Cláudia tivesse visto o anúncio antes, e “devolvido” a Bardot antes da nossa viagem.

O fato é que eu confiei demais na Internet, talvez por trabalhar na área de informática. É claro que é uma ferramenta poderosa, mas como a grande maioria das pessoas não a utilizam, o poder de penetração não é tão grande. O que resolveu pra nós foi uma combinação de faixas + panfletos. Ou seja: utilize todos os meios, pois não dá pra saber de antemão que tipo de pessoa encontrou seu querido cãozinho…

A foto que ilustra o post é dela já em casa, depois de toda essa confusão. Fica aqui nosso muito obrigado a todos que tentaram ajudar da forma como puderam!

P.S.: sempre reviso os textos antes de publicar, mas dessa vez vou deixar o “primeiro take”. Perdoem os eventuais erros. Até o título ficou ruim, mas tá tarde, vai ficar assim mesmo… =)

Primeiro Livro das Crônicas

Capítulo Versículos Trecho
1 1-4 Origem dos três grandes grupos I. Em torno de Davi: Genealogias 1. de Adão a Israel
5-7 Os jafetitas
8-16 Os camitas
17-23 Os semitas
24-29a De Sem a Abraão
29b-33 Os ismaelitas
34-42 Isaac e Esaú
43-50 Os reis de Edom
51-54 Os chefes de Edom
2 1-2 Filhos de Israel 2. Judá
3-8 Descendentes de Judá
9-17 Origens de Davi
18-24 Caleb
25-41 Jerameel
42-50a Caleb
50b-55 Hur
3 1-9 Filhos de Davi 3. A casa de Davi
10-16 Reis de Judá
17-24 A estirpe real depois do exílio
4 1-2 Judá. Sobal 4. As tribos meridionais
3-4 Hur
5-10 Asur
11-20 Caleb
21-23 Sela
24-43 Simeão
5 1-3 Rúben 5. As tribos da Transjordânia
4-8a Joel
8b-10 Habitat de Rúben
11-22 Gad
23-26 A meia tribo de Manassés
27-41 A ascendência dos sumos sacerdotes 6. Levi
6 1-15 Descendência de Levi:
16-32 Os cantores
33-38 Os outros levitas
39-45 Habitat dos aaronidas
46-66 Habitat dos outros levitas
7 1-5 Issacar 7. As tribos do norte
6-12 Benjamim
13 Neftali
14-19 Manassés
20-29 Efraim
30-40 Aser
8 1-5 Descendência de Benjamim 8. Benjamim e Jerusalém
6-7 Em Gaba
8-10 Em Moab
11-12 Em Ono e Lod
13-14a Em Aialon
14b-28 Em Jerusalém
29-32 Em Gabaon
33-40 Saul e sua família
9 1-34 Jerusalém, cidade israelita e cidade santa
35-44 Origens de Saul 9. Saul, predecessor de Davi
10 1-14 Batalha de Gelboé, morte de Saul
11 1-3 Unção de Davi como rei de Israel II. Davi, fundador do culto do Templo 1. A realeza de Davi
4-9 Tomada de Jerusalém
10-47 Os valentes de Davi
12 1-23 Os primeiros seguidores de Davi
24-41 Os guerreiros que o constituíram rei
13 1-14 A Arca é trazida de Cariat-Iarim
14 1-7 Davi em Jerusalém, seu palácio e seus filhos
8-17 Vitória sobre os filisteus
15 1-24 Preparativos para o transporte 2. A Arca na cidade de Davi
25-29 A cerimônia do transporte
16 1-3
4-43 O serviço dos levitas diante da Arca
17 1-15 Profecia de Natã
16-27 Oração de Davi
18 1-13 As guerras de Davi
14-17 A administração do reino
19 1-5 Insulto aos embaixadores de Davi
6-15 Primeira campanha amonita
16-19 Vitória sobre os arameus
20 1-3 Segunda campanha amonita
4-8 Batalhas contra os filisteus
21 1-6 O recenseamento 3. Preparativos para a construção do templo
7-17 A peste e o perdão divino
18-30 Construção de um altar
22 1
2-19 Preparativos para a construção do Templo
23 1-32 Classes e funções dos levitas
24 1-31 As classes dos sacerdotes
25 1-31 Os cantores
26 1-19 Os porteiros
20-32 Outras funções levíticas
27 1-34 Organização civil e militar
28 1-21 Instruções de Davi sobre o Templo
29 1-9 As ofertas
10-20 Ação de graças de Davi
21-30 Salomão sobe ao trono; fim de Davi

Fonte: Bíblia de Jerusalém.