Introdução ao evangelho segundo são Mateus

As grandes linhas da vida de Jesus que encontramos em são Marcos se encontram no evangelho de são Mateus, mas o acento é posto de modo diferente. O plano em primeiro lugar é outro. Relatos e discursos se alternam: 1-4, relato: infância e início do ministério; 5-7, discurso: sermão sobre a montanha (bem-aventuranças, entrada no Reino); 8-9, relato: dez milagres mostrando a autoridade de Jesus, convite aos discípulos; 10, discurso missionário; 11-12, relato: Jesus rejeitado por “esta geração”; 13, discurso: sete parábolas sobre o Reino; 14-17, relato: Jesus reconhecido pelos discípulos; 18, discurso: a vida comunitária na Igreja; 19-22, relato: autoridade de Jesus, último convite; 23-25, discurso apocalíptico: desgraças, vinda do Reino; 26-28, relato: morte e ressurreição. Devemos notar a correspondência dos relatos (natividade e vida nova, autoridade e convite, rejeição e reconheumento), e a relação entre o primeiro e o quinto discurso, e entre o segundo e o quarto; o terceiro discurso forma o centro da composição. Como, por outro lado, Mateus reproduz muito mais completamente que Marcos o ensinamento de Jesus (que ele tem em grande parte em comum com Lucas) e insiste sobre o tema do “Reino dos Céus” (3,2; 4,17+) pode-se caracterizar seu evangelho como uma instrução narrativa sobre a vinda do Reino dos Céus. Este Reino de Deus (= dos Céus), que deve restabelecer entre os homens a autoridade soberana de Deus como Rei por fim reconhecido, servido e amado, havia sido preparado e anunciado pela Antiga Aliança. Também Mateus, escrevendo para uma comunidade de cristãos vindos do judaísmo e talvez discutindo com os rabinos, aplica-se particularmente a mostrar o cumprimento das Escrituras na pessoa e na obra de Jesus. A cada passo de sua obra ele se refere ao AT para provar como a Lei e os Profetas são “cumpridos”, isto é, não somente realizados em sua expectativa, mas ainda levados a uma perfeição que os coroa e os ultrapassa. Ele o faz para a pessoa de Jesus, confirmando com textos escriturísticos sua raça davídica (1,1-17), seu nascimento de uma virgem (1,23), em Belém (2,6), sua estada no Egito, seu estabelecimento em Cafarnaum (4,14-16), sua entrada messiânica em Jerusalém (21,5.16); ele o faz quanto à sua obra, suas curas milagrosas (11 ,4-5), seu ensinamento que “realiza” a Lei (5,17), dando-lhe uma Interpretação nova e mais interior (5,21-48; 19,3-9.16-21). E Mateus não salienta menos fortemente como a humildade dessa pessoa e o aparente fracasso dessa obra também são cumprimento das Escrituras: o massacre dos Inocentes (2,17s), a infância escondida em Nazaré (2,23), a mansidão compassiva do “Servo” (12,17-21; cf. 8,17; 11,29; 12,7); o abandono dos discípulos (26,31), o preço vergonhoso da traição (27,9-10), a prisão (26,54), o sepultamento durante três dias (12,40), tudo isso era o desígnio de Deus anunciado pela Escritura. E também a incredulidade das multidões (13,13-15), e sobretudo dos discípulos dos fariseus ligados a suas tradições humanas (15,7-9) e aos quais não pode ser dado mais que um ensinamento misterioso em parábolas (13,14-15.35), também isto anunciado pelas Escrituras. Sem dúvida os outros sinóticos utilizam também este argumento escriturístico, porém Mateus o reforça notavelmente, a ponto de fazer dele um traço marcante de seu evangelho. Isso, unido à construção sistemática de sua exposição, faz de sua obra a carta da nova economia que realiza os desígnios de Deus em Cristo. Para Mateus Jesus é o Filho de Deus e Emanuel, Deus Conosco desde o início. No fim do evangelho, Jesus enquanto Filho do homem é dotado de toda autoridade divina sobre o Reino de Deus, tanto nos céus como na terra. O título de Filho de Deus reaparece nos momentos decisivos do relato: o batismo (3,17); a confissão de Pedro (16,16); a transfiguração (17,5); o processo de Jesus e sua crucifixão (26,63; 27,40.43.54). Ligado a este título, encontra-se o de Filho de Davi (dez vezes, como em 9,27), em virtude do qual Jesus é o novo Salomão, curador e sábio. Com efeito, Jesus fala como a Sabedoria encarnada (11,25-30 e 23,37-39). O título de Filho do homem, que percorre o evangelho, culminando na última cena majestosa (28,18-20), vem de Dn 4,17 e 7,13-14, onde se encontra em estreita relação com o tema do Reino. O anúncio da vinda do Reino acarreta uma conduta humana que em Mateus se exprime sobretudo pela busca da justiça e pela obediência à Lei. A justiça, tema preferido de Mateus (3,15; 5,6.10.20; 6,1.33; 21,32), é aqui a resposta humana de obediência à vontade do Pai, mais que o dom divino do perdão que ela significa para são Paulo. A validade da Lei (Torah) mosaica é afirmada (5,17-20), mas seu desenvolvimento pelos fariseus é rejeitado em favor de sua interpretação por Jesus, que insiste sobretudo nos preceitos éticos, no Decálogo e nos grandes mandamentos do amor de Deus e do próximo, e que fala de outros assuntos (o divórcio [ 5,31-32; 19,1-10 ]) à medida que eles revestem aspecto moral. Entre os evangelistas, Mateus se distingue também por seu interesse explícito pela Igreja (16,18; 18,17 [duas vezes]). Ele procura dar à comunidade dos fiéis princípios de conduta e chefes autorizados. Estes princípios são evocados nos grandes discursos, sobretudo no cap.18, que contém princípios em vista de tomar decisões e de resolver conflitos: a solicitude pela ovelha extraviada e pelos pequeninos, o perdão e a humildade. Mateus não tem o tríplice ministério dos bispos, dos presbíteros e dos diáconos, mas menciona os sábios ou os chefes instruídos, e particularmente os apóstolos, com Pedro à sua frente (10,2), que participam da autoridade do próprio Jesus (10,40; 9,8); menciona também os profetas, os escribas, os sábios (10,41; 13,52; 23,34). Como juiz de última instância existe Pedro (16,19). Uma vez que o poder, embora necessário, é perigoso, os chefes têm necessidade da humildade (18,1-9). Mateus não tem ilusões a respeito da Igreja. Qualquer um pode fracassar (até Pedro: 26,69-75); os profetas podem dizer coisas falsas (7,15); na Igreja santos e pecadores estão misturados até o último momento (13,36-43; 22,11-14; 25). Apesar de tudo, a Igreja é enviada em missão ao mundo inteiro (28,18-20). O estilo de vida, apostólico ou missionário, é descrito em 9,36-11,1. Todo o evangelho é emoldurado pelo formulário segundo o qual Deus está unido com seu povo por meio de Jesus Cristo (1,23 e 28,18-20). Os rejeitados pelo antigo Israel (21,31-32), unidos aos pagãos convertidos, tornam-se de novo o povo de Deus (21,43). Compreendemos então que este evangelho tão completo e tão bem organizado, redigido em uma língua menos saborosa, porém mais correta que a de Marcos, tenha sido recebido e utilizado pela Igreja nascente com notável predileção.


Fonte: Bíblia de Jerusalém.

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Introdução aos Evangelhos Sinóticos

Dos quatro livros canônicos que relatam a “Boa Nova” (sentido do termo “evangelho”) trazida por Jesus Cristo, os três primeiros apresentam entre si tais semelhanças que podem ser colocados em colunas paralelas e abarcados “com um só olhar”, de onde seu nome de “Sinóticos”, Mas eles oferecem também entre si numerosas divergências. Como explicar ao mesmo tempo tais semelhanças e divergências? Isso equivale a perguntar: como se constituíram?

Para compreender isso, é preciso admitir em primeiro lugar que antes de ter sido colocados por escrito, os evangelhos, ou ao menos grande número dos materiais que eles contêm foram transmitidos oralmente. No princípio houve a pregação oral dos apóstolos, centrada em torno do “querigma” que anuncia a morte redentora e a ressurreição do Senhor. Ela se dirige aos judeus, aos quais era necessário provar, graças ao testemunho dos apóstolos a respeito da ressurreição, que Jesus era de fato o Messias anunciado pelos profetas de outrora; ela terminava com o apelo à conversão. Desta pregação, os discursos de Pedro nos Atos dos Apóstolos fornecem resumos típicos (At 4,8-12, mais desenvolvidos em 3,12-26; 2,14-36 e sobretudo 13,16-41) como também Paulo em 1Cor 15,3-7. Conforme Lc 24,44-48, este “querigma” fundamental se enraizaria já nas ordens de Cristo ressuscitado. Mas, àqueles que se convertiam, era preciso dar, antes que recebessem o batismo, ensinamento mais completo a respeito da vida e do ensinamento de Jesus. Um resumo desta catequese pré-batismal nos é dado em At 10,37-43, cujo esquema anuncia já a estrutura do evangelho de Mc: batismo dado por João durante o qual Jesus recebeu o Espírito, atividade taumatúrgica de Cristo na terra dos judeus, sua crucifixão seguida de sua ressurreição e de suas aparições a alguns discípulos privilegiados, sendo o todo garantido pelo testemunho dos apóstolos. Tudo isso, segundo os Atos, provém ainda da pregação oral. Muito cedo ainda, para ajudar os pregadores e os catequistas cristãos, foram reunidas por temas comuns as principais “palavras” de Jesus. Delas temos ainda resquícios em nossos evangelhos atuais: tais “palavras” estão frequentemente ligadas entre si por palavras-gancho afim de favorecer a sua memorização. Na Igreja primitiva, havia também narradores especializados, como os “evangelistas” (At 21,8; Ef 4,11; 2Tm 4,5) que relatavam as lembranças evangélicas sob uma forma que tendia a se fixar pela repetição. Sabemos também, graças a dois testemunhos independentes (cf. abaixo), que o segundo evangelho foi pregado por Pedro antes de ter sido escrito por Mc. E Pedro não foi a única testemunha ocular a anunciar Cristo; os outros não tinham certamente necessidade de documentos escritos para ajudar sua memória. Mas é claro que o mesmo acontecimento devia ser relatado por eles segundo formas literárias diferentes. Um caso típico nos é fornecido pelo relato da instituição da Eucaristia. Antes de o escrever aos fiéis de Corinto, Paulo certamente o relatou oralmente conforme uma tradição particular (1Cor 11,23-26) conhecida também por Lucas (22,19-20). Mas o mesmo relato nos foi transmitido, com variantes importantes, em uma outra tradição conhecida por Mt (26,26-29) e por Mc (14,22-25). É, portanto, na tradição oral que é preciso procurar a causa primeira das semelhanças e das divergências entre os Sinóticos. Mas essa tradição oral não deveria ser a única a explicar semelhanças tão numerosas e espantosas, tanto nas minúcias dos textos como na ordem das perícopes, que ultrapassam as possibilidades da memória, até a memória antiga e oriental. É necessário recorrer a uma documentação escrita que estaria na origem de nossos evangelhos.

O mais antigo testemunho que temos sobre a composição dos evangelhos canônicos é o de Pápias, bispo de Hierápolis, na Frígia, que compôs por volta de 130 uma “Interpretação (exegese) dos Oráculos do Senhor”, em cinco livros. Esta obra se perdeu há muito tempo, mas o historiador Eusébio de Cesareia dela reportou as duas passagens seguintes: “E o Ancião dizia: Marcos, que foi o intérprete de Pedro. Cuidadosamente escreveu tudo aquilo de que se lembrava, sem todavia respeitar a ordem do que foi dito ou realizado pelo Senhor. Com efeito, não fora o Senhor que ele tinha ouvido ou acompanhado, mas Pedro, mais tarde, conforme eu disse. Este agia conforme o que exigia seu ensinamento ,e não como se quisesse dar a ordem dos oráculos do Senhor. Assim, não se pode reprovar a Marcos por tê-los escrito do modo pelo qual ele os lembrava. Sua única preocupação foi a de nada omitir daquilo que ouvira, sem aí introduzir mentira”. Eusébio acrescentou, logo depois, o testemunho de Pápias sobre Mateus: “Mateus então colocou em ordem os oráculos, em língua hebraica; cada um os interpretou como podia” (Hist. Ecl., IIl; 39,15-16). – O segundo testemunho a respeito da composição dos evangelhos no-lo dá Clemente de Alexandria (citado por Eusébio de Cesareia): “Nos mesmos livros ainda, Clemente cita uma tradição dos Anciãos a respeito da ordem dos evangelhos; é a seguinte: ele dizia que os evangelhos que compreendem as genealogias foram escritos em primeiro lugar e que o evangelho segundo são Marcos o foi nas seguintes circunstâncias: tendo Pedro pregado a doutrina publicamente em Roma e tendo exposto o evangelho pelo Espírito, seus ouvintes, que eram numerosos, exortaram Marcos, uma vez que ele o havia acompanhado há tempo e se lembrava de suas palavras, a transcrever o que Pedro havia dito; ele o fez e transcreveu o evangelho para os que lhe haviam pedido. Quando Pedro soube disso, nada fez por meio de seus conselhos para o impedir disso ou para forçá-lo a isso” (Hist. Ecl., IV, 14,5-7). Como o de Pápias, esse testemunho remonta aos Anciãos, isto é, a homens da segunda geração cristã. Toda a tradição posterior, grega, latina ou até siríaca (Efrém), não fará mais que retomar, acrescentando algumas minúcias, esse testemunhos fundamentais. Que conclusão podemos tirar disso?

Pápias e Clemente estão de acordo em atribuir a composição de um dos evangelhos a Marcos, discípulo de Pedro (cf. 1Pd 5,13), cuja pregação ele havia escrito. Vindo de duas fontes arcaicas diferentes, esta informação pode ser considerada como certa. Conforme Clemente, Marcos teria escrito enquanto Pedro ainda vivia, uma vez que este estava por outro lado mais ou menos desinteressado desse empreendimento. Pápias não nos dá nenhuma informação explícita sobre este ponto. Seu texto permite ao contrário pensar que Marcos havia escrito depois da morte de Pedro, e é neste sentido que o interpretarão Ireneu de Lião e o mais ántigo Prólogo evangélico que nos chegou (fim do séc. ll). Pápias não nos diz onde Marcos escreveu seu evangelho. Clemente precisa que foi em Roma, onde Pedro exercia seu ministério. Este pormenor, retomado na tradição posterior, parece exato, pois o evangelho de Marcos contém certo número de termos gregos que são apenas transcrição do latim. – Clemente não nos dá nenhuma informação sobre Mateus, a não ser que seu evangelho continha uma genealogia de Cristo (Mt 1,1-17). Conforme Pápias, ele teria escrito em hebraico, termo que podia se aplicar também ao aramaico, e depois sua obra teria sido traduzida em grego. Tal pormenor será retomado unanimemente pela tradição posterior. Um fato poderia confirmá-lo, Nas duas notícias fundamentais citadas acima, as informações referentes a Marcos são muito mais extensas que as que se referem a Mateus, do qual não nos é dito sequer que se tratasse do publicano de Mt 9,9. Não seria isso um indício de que o evangelho de Marcos, escrito em grego, ter-se-ia espalhado rapidamente no mundo cristão até que o de Mateus, que o substituirá como evangelho de base, tivesse sido traduzido do hebraico (ou do aramaico) para o grego? Mas Pápias e Clemente não estão mais de acordo quando se trata de estabelecer a ordem na qual teriam sido escritos os evangelhos. Pápias parece dizer que Mateus teria colocado em ordem os “oráculos” de Cristo que Marcos nos havia transmitido em desordem. É provável que esta informação não deva ser tomada literalmente. Permanece que, para Pápias, Mateus teria escrito depois de Marcos; segundo Clemente, Marcos teria escrito depois de Mateus e de Lucas, cujos evangelhos contêm uma genealogia de Cristo (Mt 1,1-17; Lc 3,23-38). A tradição posterior, desde Ireneu, conservará a ordem Mt, Mc e Lc; mas isso não se deveria ao fato de Mt ter-se tornado o evangelho fundamental? Os dados tradicionais são, portanto, contraditórios no que se refere à ordem de produção dos três sinóticos. Eusébio de Cesareia não nos conservou o testemunho de Pápias sobre Lucas, se é que de fato houve algum. Desde Ireneu e os antigos Prólogos evangélicos, a tradição atribuirá sua redação a Lucas, o médico discípulo de Paulo (CI 4,14; Fm 24; 2Tm 4,11).

Estes dados, que nem sempre estão de acordo, estão longe de resolver o problema sinótico. Por exemplo, Pápias fala de um evangelho de Mateus escrito “em língua hebraica”, perdido há muito tempo, mas nada nos diz sobre a forma grega, sem dúvida mais desenvolvida, do evangelho segundo Mateus que utilizamos atualmente. Esta forma grega pôde, por outro lado, receber variantes, como o atestam, entre outras, as citações deste evangelho feitas pelos Padres antigos, especialmente o apologista Justino. Quanto a Marcos, ainda que seja tributário de Pedro, pode-se perguntar por que permanece tão sóbrio a respeito do ensinamento de Jesus. Seu evangelho teria sido o primeiro a ser escrito, como parece admitir Pápias, ou, ao contrário, o último dos três, como o diz explicitamente Clemente? E de onde Lucas conseguiu as tradições que lhe são próprias? Em quais medidas compreendeu a mensagem de Paulo, do qual foi discípulo? Finalmente, os evangelhos escritos por Marcos, Mateus e Lucas não teriam recebido complementos, até modificações mais ou menos profundas, entre o momento em que foram compostos e o momento em que foram definitivamente recebidos nas Igrejas?

Todavia, em que data aproximativa foram recebidos? Para responder a esta questão, é preciso tomar o problema remontando no tempo. Conhecemos atualmente mais de 2000 manuscritos gregos escritos em pergaminho que nos dão o texto dos evangelhos sinóticos, escalonando-se entre o quarto e o décimo quarto séculos. Todos esses manuscritos oferecem entre si variantes inevitáveis, mas que permanecem variantes de minúcias, Os textos que usamos atualmente, seja para estudar os Sinóticos, seja para traduzi-los nas línguas modernas, são os dois mais antigos desses manuscritos: o Sinaítico, proveniente do mosteiro de Santa Catarina do Sinai, hoje conservado no Museu Britânico, e sobretudo o Vaticano, conservado na Biblioteca Vaticana. Ambos são datados de meados do séc. IV. Mas a autenticidade do texto que eles nos oferecem pode ser testada de diferentes modos. Desde o início do século, numerosos textos em papiro foram descobertos no Egito. Citemos dois dos mais importantes. Um códice que contém ainda cerca de quatro quintos de Lucas (e importantes fragmentos de João) foi datado do início do séc. III. Ele é propriedade da biblioteca Bodmer, em Cologny, em Genebra. Seu texto é muito próximo daquele que nos dá o Vaticano. Por outro lado, numerosos fragmentos muito importantes dos quatro evangelhos, pertencendo a um códice datado do meio do séc. III, são conservados na coleção Chester Beatty, de Dublin. Menos próximo do Vaticano que o
precedente, seu texto dele não difere a não ser em variantes de minúcia. Quatro outros fragmentos, muito mais modestos, pois não contêm mais que alguns versículos mateanos, são ainda datados, seja do séc. III, seja até, para o mais antigo, dos limites dos séc. II e III. A este testemunho dos manuscritos gregos, é preciso acrescentar o das versões antigas. Desde o fim do séc. lI, os evangelhos foram traduzidos para o latim na África do Norte (provavelmente Cartago) assim como em siríaco. A versão copta remonta ao séc. III. Isso para não falar senão dos mais importantes e mais antigos. É preciso levar em conta, finalmente, numerosas citações evangélicas feitas pelos Padres antigos: Ireneu de Lião, Clemente de Alexandria e Orígenes para os gregos, Tertuliano e Cipriano para os africanos, Afraates e Efrém para os sírios. Tudo isso forma um conjunto de testemunhos concordantes, repartidos no conjunto do mundo cristão, e que nos permite constatar que, apesar de variantes inevitáveis que não concernem à substância dos evangelhos, estes já estavam constituídos desde a metade do séc. lI, e até provavelmente em data mais antiga, sob a forma em que agora os conhecemos. Menção especial deve ser feita ao apologista Justino, que escrevia por volta de 150 seu Diálogo com Trifão e suas duas Apologias do cristianismo. Se frequentemente cita os evangelhos, nunca o faz sob o nome de Mateus, de Lucas ou de Marcos, mas sob o nome muito geral de “Memória dos apóstolos”. Alguns acreditaram poder disso concluir que Justino ignorava a divisão em quatro evangelhos, afirmada fortemente por Ireneu mais ou menos trinta anos mais tarde. Um estudo de suas citações permite pensar que Justino de fato utilizava uma harmonia evangélica composta a partir dos três Sinóticos, e provavelmente também de João.

O problema sinótico coloca-se, portanto, para o período que se estende entre a composição dos primeiros evangelhos por Mateus, Marcos e Lucas, e a forma em que agora os conhecemos, a qual, para o essencial, poderia remontar ao primeiro início do séc. lI. Como explicar ao mesmo tempo as semelhanças e as divergências que existem entre os três evangelhos sinóticos tais como hoje os conhecemos? Este problema suscitou muitas controvérsias há dois séculos, e aqui .não é o caso de entrar em minúcias demasiadamente técnicas . Indiquemos simplesmente as tendências gerais da exegese moderna. A teoria mais satisfatória é a das Duas Fontes. Elaborada pela metade do século XIX, ela é aceita hoje com mais ou menos convicção pela grande maioria dos exegetas, tanto católicos como protestantes. Uma das duas fontes em questão seria Mc (tradição tríplice). Porém Mt e Lc oferecem também numerosas seções, especialmente “palavras” de Cristo (como o sermão inaugural de Jesus), desconhecidas de Mc (dupla tradição). Como, segundo a teoria das Duas Fontes, estes dois evangelhos são independentes um do outro, seria necessário admitir que eles tenham bebido em outra fonte que se costuma chamar Q (inicial do termo alemão “Quelle”, fonte). Quanto às seções próprias, seja de Mt, seja de Lc, elas proviriam de fontes secundárias conhecidas por esses dois evangelhos.

Apresentada sob esta forma, a teoria das Duas Fontes expõe-se a uma séria objeção. Mesmo nas seções que provêm da tradição tríplice, Mt e Lc oferecem entre si numerosas concordâncias contra Mc, positivas ou negativas, mais ou menos importantes. Se é fato que certo número dessas concordâncias podem se explicar como reações naturais de Mt ou de Lc esforçando-se por melhorar o texto um pouco infeliz de Mc, resta certo número delas que é difícil explicar. Alguns exegetas aperfeiçoaram então a teoria, supondo que Mt e Lc dependeriam, não do Mc tal qual chegou até nós, mas de uma forma anterior (proto-Mc), ligeiramente diferente do Mc atual. Apesar deste último ponto, é certo que a teoria das Duas Fontes, relativamente simples, permite justificar grande número de fatos “sinóticos”, Por outro, ela está em parte de acordo com o dado tradicional herdado de Pápias: a prioridade é dada a Marcos. Os relatos deste evangelho, vivos e ricos em minúcias concretas, poderiam muito bem ser eco da pregação de Pedro. Alguns chegaram até a propor a identificação da fonte Q (coletânea sobretudo de “palavras” de Jesus) como Mt – cujos “oráculos” do Senhor, Pápias diz que Mateus colocou em ordem. Todavia, Pápias emprega a mesma expressão para designar o evangelho de Mc (ver também o título de sua obra) e nada permite pensar que o Mt do qual ele fala só teria contido logia. Permanece verdadeiro que a existência de uma coletânea de “palavras” de Jesus, servindo às necessidades da catequese, é muito verossímil; o evangelho (não canônico) de Tomé seria um bom exemplo disso.

Há alguns decênios, alguns exegetas, sobretudo na Inglaterra e nos Estados Unidos, quiseram retomar uma teoria proposta há pouco mais de dois séculos por Griesbach e que teria a vantagem, na opinião deles, de evitar o recurso a uma fonte hipotética como a Q. Ela se apoia sobre a tradição dos Anciãos noticiada por Clemente de Alexandria: o evangelho primeiro seria o de Mt, Lc dependeria de Mt, e Mc, vindo por último, dependeria tanto de Mt como de Lc, os quais ele teria simplificado. É fato que Mc parece frequentemente ter fundido os textos paralelos de Mt e de Lc (fato que a teoria das Duas Fontes tem dificuldade para justificar). Mas o que se fez do dado tradicional (Pápias e Clemente) de Marcos escrevendo a pregação de Pedro? E como supor que Marcos teria deliberadamente omitido os evangelhos da infância como também a maioria das “palavras” do Senhor, particularmente a quase totalidade do discurso inaugural de Jesus?

Outros exegetas por fim permanecem persuadidos de que a teoria das Duas Fontes; apesar de suas vantagens, é demasiadamente simples para poder explicar a totalidade dos fatos sinóticos. Sem dúvida Mc aparece frequentemente mais primitivo que Mt e Lc, mas o inverso é igualmente verdadeiro: acontece que ele apresenta traços tardios, tais como paulinismos ou ainda adaptações para os leitores do mundo greco-romano, enquanto Mt ou Lc, mesmo nos textos da tradição tríplice, conservam pormenores arcaicos, de expressão semítica ou de ambiência palestina. Apresenta-se então a hipótese de que seria preciso considerar as relações entre os Sinóticos, não mais em nível dos evangelhos tais como os possuímos agora, mas em nível de redações mais antigas que se poderiam chamar de pré-Mt, pré-Lc, e até de pré-Mc, visto que todos esses documentos intermediários poderiam por outro lado depender de uma fonte comum que não seria outra que o Mt escrito em aramaico, depois traduzido em grego de diferentes modos, de que falava Pápias. De onde a possibilidade de considerar inter-reações entre as diversas tradições evangélicas mais complexas, mas também mais flexíveis, que poderiam melhor explicar todos os fatos sinóticos .Esta hipótese levaria em conta também um fato notado desde o fim do século XIX: certos autores antigos, o apologista Justino em particular e outros depois dele, citam os evangelhos de Mt e de Lc sob uma forma um pouco diferente daquela que conhecemos, e por vezes mais arcaica. Não teriam eles conhecido esses pré-Mt e pré-Lc mencionados acima? Estudos precisos mostraram igualmente que Lc e Jo oferecem entre si contatos muito estreitos, sobretudo (mas não exclusivamente) no que se refere aos relatos da paixão e da ressurreição, que poderiam ser explicados pela utilização de uma fonte comum ignorada por Mc e Mt.

E muito difícil precisar a data da redação dos Sinóticos, e esta datação dependerá forçosamente da ideia que se tem do problema sinótico, Na hipótese da teoria das Duas fontes, colocar-se-á a composição de Mc um pouco antes (Clemente de Alexandria|São Clemente de Alexandria) ou um pouco depois (Ireneu) da morte de Pedro, portanto, entre 64 e 70, não depois desta data, pois ele não parece supor que a ruína de Jerusalém já tenha sido consumada. As obras de Mt grego e de Lc seriam posteriores a ele, por hipótese; isto seria confirmado pelo fato de que, com toda probabilidade, Mt grego e Lc supõem que a ruína de Jerusalém é fato realizado (Mt 22,7; Lc 19,42-44; 21,20-24). Deveríamos então datá-los entre 75 e 90. Mas é preciso reconhecer que este último argumento não é o único. Ao contrário, por que não dizer que Ezequiel teria profetizado a ruína de Jerusalém pelos caldeus depois da tomada desta cidade (comparar Ez 4,1-2 e Lc 19,42-44), o que é manifestamente falso? Para uma datação tardia do Mt grego, seria mais oportuno invocar certas minúcias que denotam uma polêmica contra o judaísmo rabínico originado da assembleia de Jâmnia, que se realizou pelos anos 80. E se admitirmos que os Sinóticos foram compostos por etapas sucessivas, a datação de sua última redação deixa a possibilidade de datas mais antigas para as redações intermediárias, a fortiori para o Mt aramaico que estaria na origem da tradição sinótica.

De qualquer modo, a origem apostólica, direta ou indireta, e a gênese literária dos três sinóticos justificam seu valor histórico, permitindo apreciar como é preciso entendê-lo. Derivados da pregação oral que remonta aos inícios da comunidade primitiva, eles têm na sua base a garantia de testemunhas oculares (Lc 1,1-2). Seguramente, nem os apóstolos nem os outros pregadores e narradores evangélicos procuraram fazer “história” no sentido técnico e atual deste termo. Seu propósito era mais teológico e missionário: falaram para converter e edificar, inculcar e esclarecer a fé, defendê-la contra os adversários (2Tm 3,16). Mas fizeram isso com o auxílio de testemunhos verídicos, garantidos pelo Espírito (Lc 24,48-49; At 18; Jo 15,26-27), exigidos tanto pela probidade de sua consciência quanto pela preocupação de não se tornar presa de refutações hostis. Os redatores evangélicos que consignaram e reuniram seus testemunhos fizeram-no com o mesmo cuidado de honesta objetividade que respeita as fontes, como o provam a simplicidade e o arcaísmo de suas composições em que se misturam um pouco as elaborações teológicas posteriores. Em comparação com alguns evangelhos apócrifos que formigam de criações legendárias e inverossímeis, são bem mais sóbrios. Se os três sinóticos não são biografias modernas, oferecem-nos entretanto muitas informações históricas a respeito de Jesus e a respeito dos que o seguiram. Pode-se compará-los às Vidas helenísticas populares, por exemplo, as de Plutarco, simpatizando com seu assunto, mas sem apresentar um desenvolvimento psicológico que poderia satisfazer o gosto contemporâneo. Mas há modelos mais próximos no AT, como as histórias de Moisés, de Jeremias, de Elias. Os evangelhos se distinguem dos modelos pagãos por sua ética séria e sua finalidade religiosa, dos modelos veterotestamentários por sua convicção da superioridade messiânica de Jesus (para não dizer mais). Isso não significa entretanto que cada um dos fatos ou dos ditos que eles noticiam possa ser tomado como reprodução rigorosamente exata do que aconteceu na realidade. As leis inevitáveis de todo testemunho humano e de sua transmissão dissuadem de esperar tal exatidão material, e os fatos contribuem para esta precaução, pois vemos o mesmo acontecimento ou a mesma palavra de Cristo transmitida de modo diferente pelos diferentes evangelhos. Isso, que vale para o conteúdo dos diversos episódios, vale com mais forte razão para a ordem segundo a qual eles se encontram organizados entre si. Tal ordem varia segundo os evangelhos, e é o que deveríamos esperar de sua gênese complexa: elementos, transmitidos de início isoladamente, pouco a pouco se amalgamaram e agruparam, se aproximaram ou se dissociaram, por motivos mais lógicos e sistemáticos do que cronológicos. É necessário reconhecer que muitos fatos ou “palavras” evangélicas perderam sua ligação primeira com o tempo e o lugar, e frequentemente erraríamos caso tomássemos literalmente conexões redacionais tais como “então”, “em seguida”, “naquele dia”, “naquele tempo” etc.

Essas constatações, porém, não acarretam nenhum preconceito no que se refere à autoridade dos livros inspirados. Se o Espírito Santo não concedeu a seus intérpretes alcançar perfeita uniformidade no pormenor, é porque não dava à precisão material importância para a fé. Mais ainda, é porque queria esta diversidade no testemunho. “Mais vale acordo tácito que manifesto”, disse Heráclito. Do ponto de vista puramente histórico, um fato que nos é atestado por tradições diversas e até discordantes reveste, em sua substância, riqueza e solidez que não poderia lhe dar uma atestação perfeitamente coerente, mas do mesmo teor. Assim, certos “ditos” de Jesus se encontram duplamente atestados: conforme a tradição tríplice em Mc 8,34-35 = Mt 16,24-25 = Lc 9,23-24, e segundo a dupla tradição em Mt 10,37-39 = Lc 14,25-27. Há aqui uma variação entre formulação negativa e positiva, mas o sentido permanece o mesmo. Pode-se salientar uns trinta casos análogos, o que lhe dá um sólido fundamento histórico. O mesmo princípio vale para as ações de Jesus; por exemplo, o relato da multiplicação dos pães nos foi transmitido segundo duas tradições diferentes (Mc 6,35-44 e p.; 8,1-9 e p.). Não se poderia, portanto, pôr em dúvida que Jesus tenha curado doentes sob pretexto de que as minúcias de cada relato de cura variam segundo o narrador. Os relatos do processo e da morte de Jesus, como os das aparições do Ressuscitado, são casos mais delicados mas os mesmos princípios se aplicam para apreciar seu valor histórico.

Quando a diversidade dos testemunhos não vem somente das condições de sua transmissão mas resulta de modificações intencionais, isso é ainda um ganho. Não há dúvida de que, em muitos casos, os redatores evangélicos quiseram apresentar as coisas de modos diferentes. Analisar as tendências próprias de cada evangelista é o que se chama de “crítica da redação”, crítica que pressupõe que os evangelistas eram verdadeiros autores e teólogos totalmente devotados. E, antes deles, a tradição oral de que eles são os herdeiros não transmitiu as lembranças evangélicas sem interpretá-las e adaptá-las às necessidades da fé viva de que eles eram portadores. É útil para nós conhecer, não somente a vida de Jesus, mas ainda as preocupações das primeiras comunidades cristãs, e a dos próprios evangelistas. São estas três etapas da tradição que os evangelhos nos dão, com a condição de que sejam lidos segundo estas três camadas sucessivas. Os três níveis são inspirados, e todos os três provêm da Igreja antiga, cujos responsáveis representavam o primeiro magistério.

O Espírito Santo, que devia inspirar os autores evangélicos, presidia já todo esse trabalho de elaboração prévia e o guiava no desdobramento da fé, garantindo seus resultados com esta verdadeira inerrância que não se refere tanto à materialidade dos fatos quanto à mensagem de salvação de que eles são portadores.


Fonte: Bíblia de Jerusalém.

Novo Testamento

Parte Livro Capítulo Versículos Trecho
Evangelhos Segundo São Mateus 1 1-17 Ascendência de Jesus I. O nascimento e a infância de Jesus
18-25 José assume a paternidade legal de Jesus
2 1-12 A visita dos magos
13-18 Fuga para o Egito e massacre dos inocentes
19-23 Retorno do Egito e estabelecimento em Nazaré
3 1-12 Pregação de João Batista II. A promulgação do Reino dos Céus 1. Parte narrativa
13-17 Batismo de Jesus
4 1-11 Tentação no deserto
12-17 Retorno à Galileia
18-22 Chamado dos quatro primeiros discípulos
23-25 Jesus ensina e cura
5 1-12 As bem-aventuranças 2. Discurso: o sermão sobre a montanha
13-16 Sal da terra e luz do mundo
17-19 O cumprimento da Lei
20-48 A nova justiça é superior à antiga
6 1-4 A esmola em segredo
5-6 Orar em segredo
7-15 A verdadeira oração. O Pai-nosso
16-18 Jejuar em segredo
19-21 O verdadeiro tesouro
22-23 O olho é a lâmpada do corpo
24 Deus e o Dinheiro
25-34 Abandonar-se à Providência
7 1-5 Não julgar
6 Não profanar as coisas santas
7-11 Eficácia da oração
12 A regra de ouro
13-14 Os dois caminhos
15-20 Os falsos profetas
21-27 Os verdadeiros discípulos
28-29 Espanto da multidão
8 1-4 Cura de um leproso III. A pregação do Reino dos Céus 1. Parte narrativa: dez milagres
5-13 Cura do servo de um centurião
14-15 Cura da sogra de Pedro
16-17 Diversas curas
18-22 Exigências da vocação apostólica
23-27 A tempestade acalmada
28-34 Os endemoninhados gadarenos
9 1-8 Cura de um paralítico
9 Chamado de Mateus
10-13 Refeição com os pecadores
14-17 Discussão sobre o jejum
18-26 Cura de uma hemorroíssa e ressurreição da filha de um chefe
27-31 Cura de dois cegos
32-34 Cura de um endemoninhado mudo
35-38 Miséria da multidão
10 1-16 Missão dos Doze 2. Discurso apostólico
17-25 Os missionários serão perseguidos
26-33 Falar abertamente e sem medo
34-36 Jesus, causa de divisões
37-39 Renunciar a si mesmo para seguir a Jesus
40-42 Conclusão do discurso apostólico
11 1 IV. O mistério do Reino dos Céus 1. Parte narrativa
2-15 Pergunta de João Batista e testemunho que lhe presta Jesus
16-19 Julgamento de Jesus sobre sua geração
20-24 Desgraça para as cidades às margens do lago
25-27 O Evangelho revelado aos simples. O Pai e o Filho
28-30 Jesus é o mestre com fardo leve
12 1-8 As espigas arrancadas
9-14 Cura de um homem com a mão atrofiada
15-21 Jesus é o “Servo de Iahweh”
22-32 Jesus e Beelzebu
33-37 As palavras manifestam o coração
38-42 O sinal de Jonas
43-45 Retorno ofensivo do espírito impuro
46-50 Os verdadeiros parentes de Jesus
13 1-3a Introdução 2. Discurso em parábolas
3b-9 Parábola do semeador
10-17 Por que Jesus fala em parábolas
18-23 Explicação da parábola do semeador
24-30 Parábola do joio
31-32 Parábola do grão de mostarda
33 Parábola do fermento
34-35 As multidões só entendem parábolas
36-43 Explicação da parábola do joio
44-46 Parábolas do tesouro e da pérola
47-50 Parábola da rede
51-52 Conclusão
53-58 Visita a Nazaré V. A Igreja, primícias do Reino dos Céus 1. Parte narrativa
14 1-2 Herodes e Jesus
3-12 Execução de João Batista
13-21 Primeira multiplicação dos pães
22-33 Jesus caminha sobre as águas e Pedro com ele
34-36 Curas na terra de Genesaré
15 1-9 Discussão sobre as tradições dos fariseus
10-20 Ensinamento sobre o puro e o impuro
21-28 Cura da filha de uma mulher cananeia
29-31 Numerosas curas junto ao lago
32-39 Segunda multiplicação dos pães
16 1-4 Pede-se a Jesus um sinal no céu
5-12 O fermento dos fariseus e dos saduceus
13-20 Profissão de fé e primado de Pedro
21-23 Primeiro anúncio da paixão
24-28 Condições para seguir a Jesus
17 1-8 A transfiguração
9-13 Uma pergunta a respeito de Elias
14-21 O endemoninhado epilético
22-23 Segundo anúncio da Paixão
24-27 O tributo para o Templo pago por Jesus e por Pedro
18 1-4 Quem é o maior? 2. Discurso eclesiástico
5-11 O escândalo
12-14 A ovelha desgarrada
15-18 Correção fraterna
19-20 Oração em comum
21-22 Perdão das ofensas
23-35 Parábola do devedor implacável
19 1-9 Perguntas pobre o divórcio VI. O advento próximo do Reino dos Céus 1. Parte narrativa
10-12 A continência voluntária
13-15 Jesus e as crianças
16-22 O moço rico
23-26 O perigo das riquezas
27-30 Recompensa prometida ao desprendimento
20 1-16 Parábola dos trabalhadores enviados à vinha
17-19 Terceiro anúncio da paixão
20-23 Pedido da mãe dos filhos de Zebedeu
24-28 Os chefes devem servir
29-34 Os dois cegos de Jericó
21 1-11 Entrada messiânica em Jerusalém
12-17 Os vendedores expulsos do Templo
18-22 A figueira estéril e seca. Fé e oração
23-27 Pergunta dos judeus sobre a autoridade de Jesus
28-32 Parábola dos dois filhos
33-46 Parábola dos vinhateiros homicidas
22 1-14 Parábola do banquete nupcial
15-22 O tributo a César
23-33 A ressurreição dos mortos
34-40 O maior mandamento
41-46 O Cristo, filho e Senhor de Davi
23 1-12 Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus
13-32 Sete ameaças contra os escribas e os fariseus
33-36 Crimes e castigos iminentes
37-39 Palavra sobre Jerusalém
24 1-3 Introdução 2. Discurso escatológico
4-14 O princípio das dores
15-25 A grande tribulação de Jerusalém
26-28 A vinda do Filho do Homem será manifesta
29-31 A amplitude cósmica desse acontecimento
32-36 Parábola da figueira
37-44 Vigiar para não ser surpreendido
45-51 Parábola do mordomo
25 1-13 Parábola das dez virgens
14-30 Parábola dos talentos
31-46 O último julgamento
26 1-5 Conspiração contra Jesus VII. A paixão e a ressurreição
6-13 A unção em Betânia
14-16 A traição de Judas
17-19 Preparativos para a ceia pascal
20-25 Anúncio da traição de Judas
26-29 Instituição da eucaristia
30-35 A negação de Pedro é predita
36-46 No Getsêmani
47-56 Prisão de Jesus
57-68 Jesus perante o Sinédrio
69-75 Negações de Pedro
27 1-2 Jesus é conduzido à presença de Pilatos
3-10 Morte de Judas
11-26 Jesus diante de Pilatos
27-31 A coroação de espinhos
32-38 A crucifixão
39-44 Jesus na cruz é escarnecido e injuriado
45-56 A morte de Jesus
57-61 O sepultamento
62-66 A guarda do túmulo
28 1-8 O túmulo vazio. A mensagem do Anjo
9-10 A aparição às santas mulheres
11-15 A astúcia dos chefes judaicos
16-20 A aparição de Jesus na Galileia e a missão universal
Segundo São Marcos 1 1-8 Pregação de João Batista I. A preparação do ministério de Jesus
9-11 Batismo de Jesus
12-13 Tentação no deserto
14-15 Jesus inaugura sua pregação II. O ministério de Jesus na Galileia
16-20 Vocação dos quatro primeiros discípulos
21-28 Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado
29-31 Cura da sogra de Pedro
32-34 Diversas curas
35-39 Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia
40-45 Cura de um leproso
2 1-12 Cura de um paralítico
13-14 Chamado de Levi
15-17 Refeição com os pecadores
18-22 Debate sobre o jejum
23-28 As espigas arrancadas
3 1-6 Cura do homem com a mão atrofiada
7-12 As multidões seguem a Jesus
13-19 Instituição dos Doze
20-21 Providências da família de Jesus
22-30 Calúnia dos escribas
31-35 Os verdadeiros parentes de Jesus
4 1-9 Parábola do semeador
10-12 Por que Jesus fala em parábolas
13-20 Explicação da parábola do semeador
21-25 Como receber e transmitir o ensinamento de Jesus
26-29 Parábola da semente que germina por si só
30-32 Parábola do grão de mostarda
33-34 Conclusão sobre as parábolas
35-41 A tempestade acalmada
5 1-20 O endemoninhado geraseno
21-43 Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo
6 1-6a Visita a Nazaré
6b-13 Missão dos Doze
14-16 Herodes e Jesus
17-29 Execução de João Batista
30-44 Primeira multiplicação dos pães
45-52 Jesus caminha sobre as águas
53-56 Curas na região de Genesaré
7 1-13 Discussão sobre as tradições farisaicas
14-23 Ensinamento sobre o puro e o impuro
24-30 Cura da filha de uma siro-fenícia III. Viagens de Jesus fora da Galileia
31-37 Cura de um surdo-gago
8 1-10 Segunda multiplicação dos pães
11-13 Os fariseus pedem um sinal no céu
14-21 O fermento dos fariseus e de Herodes
22-26 Cura de um cego em Betsaida
27-30 Profissão de fé de Pedro
31-33 Primeiro anúncio da paixão
34-38 Condições para seguir a Jesus
9 1
2-8 A transfiguração
9-13 Questão sobre Elias
14-29 O epilético endemoninhado
30-32 Segundo anúncio da paixão
33-37 Quem é o maior
38-40 Uso do nome de Jesus
41 Caridade para com os discípulos
42-50 O escândalo
10 1-12 Discussão sobre o divórcio
13-16 Jesus e as crianças
17-22 O homem rico
23-27 O perigo das riquezas
28-31 Recompensa prometida pelo desprendimento
32-34 Terceiro anúncio da paixão
35-40 O pedido dos filhos Zebedeu
41-45 Os chefes devem servir
46-52 O cego à saída de Jericó
11 1-11 Entrada messiânica em Jerusalém IV. O ministério de Jesus em Jerusalém
12-14 A figueira estéril
15-19 Os vendedores expulsos do Templo
20-26 A figueira seca. Fé e oração
27-33 Questão dos judeus sobre a autoridade de Jesus
12 1-12 Parábola dos vinhateiros homicidas
13-17 O imposto a César
18-27 A ressurreição dos mortos
28-34 O primeiro mandamento
35-37 O Cristo, filho e Senhor de Davi
38-40 Os escribas julgados por Jesus
41-44 O óbolo da viúva
13 1-4 Discurso escatológico. Introdução
5-13 O princípio das dores
14-23 A grande tribulação de Jerusalém
24-27 Manifestação gloriosa do Filho do Homem
28-32 Parábola da figueira
33-37 Vigiar para não ser surpreendido
14 1-2 Conspiração contra Jesus V. A paixão e a ressurreição de Jesus
3-9 A unção em Betânia
10-11 A traição de Judas
12-16 Preparativos para a ceia pascal
17-21 Anúncio da traição de Judas
22-25 Instituição da eucaristia
26-31 Predição da negação de Pedro
32-42 No Getsêmani
43-52 A prisão de Jesus
53-65 Jesus perante o Sinédrio
66-72 Negações de Pedro
15 1-15 Jesus perante Pilatos
16-20a A coroação de espinhos
20b-22 O caminho da cruz
23-28 A crucifixão
29-32 Jesus é escarnecido e injuriado na cruz
33-39 A morte de Jesus
40-41 As santas mulheres no Calvário
42-47 O sepultamento
16 1-8 O túmulo vazio. Mensagem do Anjo
9-20 Aparições de Jesus ressuscitado
Segundo São Lucas 1 1-4 Prólogo
5-25 Anúncio do nascimento de João Batista I. Nascimento e vida oculta de João Batista e de Jesus
26-38 A anunciação
39-45 A visitação
46-56 O Magnificat
57-58 Nascimento de João Batista e visita dos vizinhos
59-66 Circuncisão de João Batista
67-79 O Benedictus
80 Vida oculta de João Batista
2 1-20 Nascimento de Jesus e visita dos pastores
21 Circuncisão de Jesus
22-28 Apresentação de Jesus no Templo
29-32 O Nunc Dimittis
33-35 Profecia de Simeão
36-38 Profecia de Ana
39-40 Vida oculta de Jesus em Nazaré
41-50 Jesus entre os doutores
51-52 Ainda a vida oculta em Nazaré
3 1-18 Pregação de João Batista II. Preparação do ministério de Jesus
19-20 Prisão de João Batista
21-22 Batismo de Jesus
23-38 Genealogia de Jesus
4 1-13 Tentação no deserto
14-15 Jesus inaugura sua pregação III. Ministério de Jesus na Galileia
16-30 Jesus em Nazaré
31-37 Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado
38-39 Cura da sogra de Simão
40-41 Diversas curas
42-44 Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Judeia
5 1-11 Vocação dos quatro primeiros discípulos
12-16 Cura de um leproso
17-26 Cura de um paralítico
27-28 Vocação de Levi
29-32 Refeição com os pecadores na casa de Levi
33-39 Discussão sobre o jejum
6 1-5 As espigas arrancadas
6-11 Cura de um homem com a mão atrofiada
12-16 Escolha dos Doze
17-19 As multidões seguem a Jesus
20-23 Discurso inaugural. As bem-aventuranças
24-26 As maldições
27-35 O amor aos inimigos
36-38 Misericórdia e gratuidade
39-45 Condições do zelo
46-49 Necessidade da prática
7 1-10 Cura do servo de um centurião
11-17 Ressurreição do filho da viúva de Naim
18-30 Pergunta de João Batista e testemunho que lhe presta Jesus
31-35 Julgamento de Jesus sobre sua geração
36-50 A pecadora perdoada
8 1-3 Mulheres que seguem a Jesus
4-8 Parábola do semeador
9-10 Por que Jesus fala em parábolas
11-15 Explicação da parábola do semeador
16-18 Como receber e transmitir o ensinamento de Jesus
19-21 Os verdadeiros parentes de Jesus
22-25 A tempestade acalmada
26-39 O endemoninhado geraseno
40-56 Cura de uma hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo
9 1-6 Missão dos Doze
7-9 Herodes e Jesus
10-17 Volta dos apóstolos e multiplicação dos pães
18-21 Profissão de fé de Pedro
22 Primeiro anúncio da paixão
23-26 Condições para seguir a Jesus
27 A vinda próxima do Reino
28-36 A transfiguração
37-43a O endemoninhado epilético
43b-45 Segundo anúncio da paixão
46-48 Quem é o maior
49-50 Uso do nome de Jesus
51-56 Má acolhida num povoado da Samaria IV. A subida para Jerusalém
57-62 Exigências da vocação apostólica
10 1-16 Missão dos setenta e dois discípulos
17-20 Qual é o motivo de alegria para os apóstolos
21-22 O Evangelho revelado aos simples. O Pai e o Filho
23-24 O privilégio dos discípulos
25-28 O grande mandamento
29-37 Parábola do bom samaritano
38-42 Marta e Maria
11 1-4 O Pai-nosso
5-8 O amigo importuno
9-13 Eficácia da oração
14-22 Jesus e Beelzebu
23 Intransigência de Jesus
24-26 Retorno ofensivo do espírito impuro
27-28 A verdadeira bem-aventurança
29-32 O sinal de Jonas
33-36 Dois ditos sobre a lâmpada
37-54 Contra os fariseus e os legistas
12 1-12 Falar abertamente e sem temor
13-21 Não entesourar
22-32 Abandonar-se à Providência
33-34 Vender os bens e distribuir aos pobres
35-48 Prontidão para o retorno do Mestre
49-50 Jesus diante de sua paixão
51-53 Jesus, causa de divisões
54-59 Discernir os sinais dos tempos
13 1-5 Convites providenciais ao arrependimento
6-9 Parábola da figueira estéril
10-17 Cura da mulher encurvada, em dia de sábado
18-19 Parábola do grão de mostarda
20-21 Parábola do fermento
22-30 A porta estreita, a rejeição dos judeus infiéis e o chamado dos pagãos
31-33 Herodes, uma raposa
34-35 Palavra sobre Jerusalém
14 1-6 Cura de um hidrópico em dia de sábado
7-11 A escolha dos lugares
12-14 A escolha dos convidados
15-24 Os convidados que recusam o banquete
25-27 Renunciar ao que temos de mais caro
28-33 Renúncia a todos os bens
34-35 Não se tomar insosso
15 1-3 As três parábolas da misericórdia
4-7 A ovelha perdida
8-10 A dracma perdida
11-32 O filho perdido e o filho fiel: o “filho pródigo”
16 1-8 O administrador infiel
9-13 O bom emprego do dinheiro
14-15 Contra os fariseus, amigos do dinheiro
16 Assalto ao Reino
17 Perenidade da Lei
18 Indissolubilidade do matrimônio
19-31 O mau rico e o pobre Lázaro
17 1-3a O escândalo
3b-4 Correção fraterna
5-6 Poder da fé
7-10 Servir com humildade
11-19 Os dez leprosos
20-21 A vinda do Reino de Deus
22-37 O Dia do Filho do Homem
18 1-8 O juiz iníquo e a viúva importuna
9-14 O fariseu e o publicano
15-17 Jesus e as criancinhas
18-23 O rico de notável posição
24-27 O perigo das riquezas
28-30 Recompensa prometida ao desapego
31-34 Terceiro anúncio da paixão
35-43 O cego de Jericó
19 1-10 Zaqueu
11-27 Parábola das minas
28-38 Entrada messiânica em Jerusalém V. Ministério de Jesus em Jerusalém
39-40 Jesus aprova as aclamações de seus discípulos
41-44 Lamentação sobre Jerusalém
45-46 Os vendedores expulsos do Templo
47-48 Ensinamento no Templo
20 1-8 Pergunta dos judeus sobre a autoridade de Jesus
9-19 Parábola dos vinhateiros homicidas
20-26 O tributo a César
27-40 A ressurreição dos mortos
41-44 Cristo, filho e Senhor de Davi
45-47 Jesus julga os escribas
21 1-4 A oferta da viúva
5-7 Discurso sobre a ruína de Jerusalém. Introdução
8-19 Os sinais precursores
20-23a O cerco
23b-24 A catástrofe e os tempos dos pagãos
25-28 As catástrofes cósmicas e a manifestação gloriosa do Filho do Homem
29-33 Parábola da figueira
34-36 Vigiar para não ser surpreendido
37-38 Os últimos dias de Jesus
22 1-6 Conspiração contra Jesus e traição de Judas VI. A paixão
7-13 Preparativos da ceia pascal
14-18 A ceia pascal
19-20 Instituição da eucaristia
21-23 Anúncio da traição de Judas
24-27 Quem é o maior?
28-30 Recompensa prometida aos apóstolos
31-34 Anúncio da negação e da conversão de Pedro
35-38 A hora do combate decisivo
39-46 No monte das Oliveiras
47-53 Prisão de Jesus
54-62 Negações de Pedro
63-65 Primeiros ultrajes
66-71 Jesus diante do Sinédrio
23 1
2-7 Jesus perante Pilatos
8-12 Jesus perante Herodes
13-25 Jesus novamente diante de Pilatos
26-32 A caminho do Calvário
33-34 A crucifixão
35-38 Jesus na cruz, sujeito à zombaria e ultrajes
39-43 O “bom ladrão”
44-46 A morte de Jesus
47-49 Após a morte de Jesus
50-56 O sepultamento
24 1-8 24 O sepulcro vazio. Mensagem dos anjos VII. Após a ressurreição
9-11 Os apóstolos recusam o testemunho das mulheres
12 Pedro junto ao túmulo
13-35 Os dois discípulos de Emaús
36-43 Jesus aparece aos apóstolos
44-49 Últimas instruções aos apóstolos
50-53 A ascensão
Segundo São João 1 1-18 Prólogo
19-34 O testemunho de João O ministério de Jesus 1. O anúncio da nova economia A. A semana inaugural
35-51 Os primeiros discípulos
2 1-12 As núpcias de Caná
13-22 A purificação do Templo B. A primeira Páscoa
23-25 Estada em Jerusalém
3 1-21 O encontro com Nicodemos
22-36 Ministério de Jesus na Judeia. Último testemunho de João
4 1-42 Jesus entre os samaritanos
43-45 Jesus na Galileia
46-54 Segundo sinal em Caná: cura do filho de um funcionário real
5 1-18 Cura de um enfermo na piscina de Betesda 2. Segunda festa em Jerusalém (primeira oposição à revelação)
19-47 Discurso sobre a obra do Filho
6 1-15 A multiplicação dos pães 3. A Páscoa do pão da vida (nova oposição à revelação)
16-21 Jesus vem ao encontro de seus discípulos, caminhando sobre o mar
22-66 Discurso na sinagoga de Cafarnaum
67-71 A confissão de Pedro
7 1-24 Jesus sobe a Jerusalém para a festa e ensina 4. A festa das tendas (a grande revelação messiânica, a grande rejeição)
25-30 Discussões do povo sobre a origem de Cristo
31-36 Jesus anuncia a sua próxima partida
37-39 A promessa da água viva
40-52 Novas discussões sobre a origem de Cristo
53 A mulher adúltera
8 1-11
12 Jesus, luz do mundo
13-30 Discussão sobre o testemunho que Jesus dá de si mesmo
31-59 Jesus e Abraão
9 1-41 Cura de um cego de nascença
10 1-21 O bom pastor
22-39 A verdadeira identidade de Jesus 5. A festa da dedicação (a decisão de matar Jesus)
40-42 Jesus se retira de novo para o outro lado do Jordão
11 1-44 Ressurreição de Lázaro
45-54 Os chefes judeus decidem a morte de Jesus
55-57 A aproximação da Páscoa 6. Fim do ministério público e preliminares da última Páscoa
12 1-11 A unção de Betânia
12-19 Entrada messiânica de Jesus em Jerusalém
20-36 Jesus anuncia a sua glorificação através da morte
37-50 Conclusão: a incredulidade dos judeus
13 1-20 O lava-pés A hora de Jesus – A Páscoa do Cordeiro de Deus 1. A última ceia de Jesus com seus discípulos
21-30 O anúncio da traição de Judas
31-38 A despedida
14 1-31
15 1-17 A verdadeira videira
18-27 Os discípulos e o mundo
16 1-4a
4b-15 A vinda do Paráclito
16-33 Anúncio de pronto retorno
17 1-26 A oração de Jesus
18 1-11 A prisão de Jesus 2. A paixão
12-27 Jesus diante de Anás e Caifás. Negações de Pedro
28-40 Jesus diante de Pilatos
19 1-11
12-16a A condenação à morte
16b-22 A crucifixão
23-24 A partilha das vestes
25-27 Jesus e sua mãe
28-30 A morte de Jesus
31-37 O golpe de lança
38-42 O sepultamento
20 1-10 O sepulcro encontrado vazio 3. O dia da ressurreição
11-18 Aparição a Maria Madalena
19-29 Aparição aos discípulos
30-31 4. A primeira conclusão
21 1-23 Aparição à margem do lago de Tiberíades Epílogo
24-25 Conclusão
Atos dos Apóstolos 1 1-5 Prólogo
6-11 A Ascensão
12-14 O grupo dos apóstolos I. A Igreja de Jerusalém
15-26 Substituição de Judas
2 1-13 O Pentecostes
14-36 Discurso de Pedro à multidão
37-41 Primeiras conversões
42-47 A primeira comunidade cristã
3 1-10 Cura de um aleijado
11-26 Discurso de Pedro ao povo
4 1-22 Pedro e João diante do Sinédrio
23-31 Oração dos apóstolos na perseguição
32-35 A primeira comunidade cristã
36-37 A generosidade de Barnabé
5 1-11 A fraude de Ananias e de Safira
12-16 Quadro de conjunto
17-21a Prisão e libertação miraculosa dos apóstolos
22b-33 Comparecimento diante do Sinédrio
34-42 Intervenção de Gamaliel
6 1-7 Instituição dos Sete II. As primeiras missões
8-15 Prisão de Estêvão
7 1-54 Discurso de Estêvão
55-60 Apedrejamento de Estêvão. Saulo perseguidor.
8 1-3
4-8 Filipe na Samaria
9-25 Simão, o mago
26-40 Filipe batiza um eunuco
9 1-19a Vocação de Saulo
19b-25 Pregação de Saulo em Damasco
26-30 Visita de Saulo a Jerusalém
31 Período de tranqüilidade
32-35 Pedro cura um paralítico em Lida
36-43 Pedro ressuscita uma mulher em Jope
10 1-33 Pedro vai à casa de um centurião romano
34-43 Discurso de Pedro em casa de Cornélio
44-48 Batismo dos primeiros gentios
11 1-18 Em Jerusalém, Pedro justifica sua conduta
19-26 Fundação da igreja de Antioquia
27-30 Barnabé e Saulo enviados a Jerusalém
12 1-19 Prisão de Pedro e sua libertação miraculosa
20-23 A morte do perseguidor
24-25 Barnabé e Saulo voltam a Antioquia
13 1-3 O envio em missão III. Missão de Barnabé e de Paulo. O Concílio de Jerusalém
4-12 Em Chipre. O mago Elimas
13-16a Chegada a Antioquia da Pisídia
16b-43 Pregação de Paulo diante dos judeus
44-52 Paulo e Barnabé dirigem-se aos gentios
14 1-7 Evangelização de Icônio
8-18 Cura de um aleijado
19-28 Fim da missão
15 1-4 Controvérsia em Antioquia
5-7a Controvérsia em Jerusalém
7b-12 Discurso de Pedro
13-21 Discurso de Tiago
22-29 A carta apostólica
30-35 A delegação a Antioquia
36-40 Paulo separa-se de Barnabé e escolhe Silas IV. As missões de Paulo
41 Na Licaônia, Paulo escolhe Timóteo
16 1-5
6-10 Travessia da Ásia Menor
11-15 Chegada a Filipos
16-24 Prisão de Paulo e Silas
25-40 Libertação maravilhosa dos missionários
17 1-9 Em Tessalônica. Dificuldades com os judeus.
10-15 Novas dificuldades em Bereia
16-22a Paulo em Atenas
22b-34 Discurso de Paulo no Areópago
18 1-11 Fundação da igreja de Corinto
12-17 Paulo entregue à justiça pelos judeus
18-23 Volta a Antioquia e partida para a terceira viagem
24-28 Apolo
19 1-7 Discípulos de Jesus em Éfeso
8-10 Fundação da igreja de Éfeso
11-20 Os exorcistas judeus V. Fim das missões
21-22 Projetos de Paulo
23-40 Em Éfeso. O motim dos ourives
20 1-6 Paulo deixa Éfeso
7-12 Em Trôade. Paulo ressuscita um morto
13-16 De Trôade a Mileto
17-38 Adeus aos anciãos de Éfeso
21 1-14 Subida a Jerusalém
15-26 Chegada de Paulo a Jerusalém
27-40 Prisão de Paulo
22 1-21 Discurso de Paulo aos judeus de Jerusalém
22-29 Paulo, cidadão romano
30 Comparecimento diante do Sinédrio
23 1-11
12-22 Conjuração dos judeus contra Paulo
23-35 Transferência de Paulo para Cesareia
24 1-10a Processo diante de Félix
10b-21 Defesa de Paulo perante o governador romano
22-27 Detenção de Paulo em Cesareia
25 1-12 Paulo apela para César
13-27 Paulo comparece perante o rei Agripa
26 1
2-23 Discurso de Paulo perante o rei Agripa
24-32 Reações do auditório
27 1-8 Partida para Roma
9-44 A tempestade e o naufrágio
28 1-10 Permanência em Malta
11-16 De Malta a Roma
17-22 Tomada de contato com os judeus de Roma
23-29 Declaração de Paulo aos judeus de Roma
30-31 Epílogo
Epístolas de São Paulo Romanos 1 1-7 Endereço
8-15 Ação de graças e oração
16-17 A tese da epístola
18-32 O julgamento já realizado A salvação pela fé 1. Como o homem é justificado? A. Todos os homens sem exceção sob o julgamento de Deus
2 1-16 A ira futura, para todos
17-29 Apóstrofe ao judeu não observante
3 1-8 Deus não é mais justo?
9-20 Todos são passíveis de julgamento
21-31 Revelação da justiça de Deus B. A justiça de Deus unicamente pela fé
4 1-25 Prova pela Escritura
5 1-11 A justificação, penhor de salvação 2. O homem justificado a caminho da salvação
12-21 Adão e Jesus Cristo
6 1-14 A. A vida com Cristo
15-23 O crente a serviço da justiça
7 1-6
7-13 O papel passado da Lei B. O homem sem Cristo sob o pecado
14-25 O homem entregue ao pecado
8 1-13 A vida no Espírito C. A vida do crente no Espírito
14-17 Filhos de Deus graças ao Espírito
18-27 Destinados à glória
28-30 O plano da salvação
31-39 Hino ao amor de Deus
9 1-5 Situação e salvação de Israel
6-13 1. A palavra de Deus não falhou
14-24 Deus não é injusto
25-29 A misericórdia de Deus
30-33 2. As razões da situação de Israel
10 1-21
11 1-15 O resto de Israel já é uma prova 3. Deus não rejeitou seu povo e o salvará
16-24 A oliveira silvestre e a oliveira cultivada
25-32 A salvação de todo Israel
33-36 Conclusão hínica
12 1-2 O culto espiritual A resposta dos crentes
3-13 Humildade e caridade na comunidade
14-21 Caridade para com todos os homens, mesmo para com os inimigos
13 1-7 Submissão aos poderes civis
8-10 A caridade, resumo da Lei
11-14 O cristão é filho da luz
14 1-23 Caridade para com os “fracos”
15 1-13
14-21 O ministério de Paulo Epílogo
22-33 Projetos de viagem
16 1-16 Recomendações e saudações
17-20 Advertência. Primeiro pós-escrito
21-24 Últimas saudações. Segundo pós-escrito
25-27 Doxologia
Coríntios Primeira 1 1-9 Endereço e saudação. Ação de graças Preâmbulo
10-16 As divisões entre os fiéis I. Divisões e escândalos 1. Os partidos na igreja de Corinto
17-31 Sabedoria do mundo e sabedoria cristã
2 1-16
3 1-4
5-17 A verdadeira função dos pregadores
18-23 Conclusões
4 1-13
14-21 Admoestações
5 1-13 2. O caso de incesto
6 1-11 3. A apelação aos tribunais gentios
12-20 4. A fornicação
7 1-40 II. Soluções para problemas diversos 1. Casamento e virgindade
8 1-6 O aspecto teórico 2. As carnes sacrificadas aos ídolos
7-13 O ponto de vista da caridade
9 1-27 O exemplo de Paulo
10 1-13 O ponto de vista da prudência e as lições do passado de Israel
14-22 As refeições sagradas. Não pactuar com a idolatria
23-30 As carnes sacrificadas aos ídolos. Soluções práticas
31-33 Conclusão
11 1
2-16 A conduta dos homens e das mulheres 3. A boa ordem nas assembleias
17-34 A “Ceia do Senhor”
12 1-3 Os dons do Espírito ou “carismas”
4-11 Diversidade e unidade dos carismas
12-30 Comparação do corpo
31 A hierarquia dos carismas. Hino à caridade
13 1-13
14 1-25 Hierarquia dos carismas em vista do bem comum
26-40 Os carismas. Regras práticas
15 1-34 O fato da ressurreição III. A ressurreição dos mortos
35-53 O modo da ressurreição
54-58 Hino triunfal e conclusão
16 1-24 Recomendações, saudações, desejo final Conclusão
Segunda 1 1-11 Endereço e saudação. Ação de graças Preâmbulo
12-24 Por que Paulo modificou o plano de viagem I. Os incidentes passados
2 1-11
12-17 De Trôade à Macedônia. Digressão: o ministério apostólico
3 1-18
4 1-6
7-18 Tribulações e esperanças do ministério
5 1-10
11-21 O exercício do ministério apostólico
6 1-10
11-18 Expansões e advertências
7 1-4
5-16 Paulo na Macedônia e encontro com Tito
8 1-15 Motivos de generosidade II. Organização da coleta
16-24 Apresentação elogiosa dos enviados
9 1-5
6-15 Benefícios que resultarão da coleta
10 1-11 Resposta à acusação de fraqueza III. Apologia de Paulo
12-18 Resposta à acusação de ambição
11 1-33 Paulo constrangido a fazer seu próprio elogio
12 1-18
19-21 Apreensões e inquietudes de Paulo
13 1-10
11-13 Recomendações. Saudações. Voto final Conclusão
Gálatas 1 1-5 Endereço
6-10 Admoestação
11-24 O apelo de Deus I. Prova pelos fatos
2 1-10 Assembleia de Jerusalém
11-14 Pedro e Paulo em Antioquia
15-21 O Evangelho de Paulo
3 1-5 A experiência cristã II. Argumentação doutrinal
6-7 A tese de Paulo
8-14 Prova pela Escritura
15-18 A Lei não invalidou a promessa
19-22 Papel da Lei
23-29 Advento da fé
4 1-11 Filiação divina
12-20 Por que os gálatas mudaram?
21-31 As duas alianças: Agar e Sara
5 1-12 Conclusão: a liberdade cristã
13-26 Liberdade e caridade III. Exortações éticas. A verdadeira liberdade dos fiéis
6 1-10 Preceitos vários sobre a caridade e o zelo
11-18 Epílogo
Efésios 1 1-2 Endereço
3-14 O plano divino da salvação I. O mistério da salvação e da Igreja
15-23 Triunfo e supremacia de Cristo
2 1-10 Salvação gratuita em Cristo
11-22 A reconciliação dos judeus e dos gentios entre si e com Deus
3 1-13 Paulo, ministro do mistério de Cristo
14-21 A oração de Paulo
4 1-16 Apelo à unidade II. Exortação
17-32 A vida nova em Cristo
5 1-20
21-33 Moral doméstica
6 1-9
10-20 O combate espiritual
21-24 Notícias pessoais e saudação final
Filipenses 1 1-2 Endereço
3-11 Ação de graças e oração
12-26 Situação pessoal de Paulo
27-30 Lutar pela fé
2 1-11 Manter a unidade na humildade
12-18 Operar a salvação
19-30 Missão de Timóteo e de Epafrodito
3 1-21 O verdadeiro caminho da salvação cristã
4 1
2-9 Últimos conselhos
10-20 Agradecimentos pelos auxílios enviados
21-23 Saudações e voto final
Colossenses 1 1-2 Endereço Preâmbulo
3-14 Ação de graças e oração
15-20 Primado de Cristo I. Parte dogmática
21-23 Participação dos colossenses na salvação
24-29 Lutas de Paulo a serviço dos gentios
2 1-5 Cuidado de Paulo pela fé dos colossenses
6-8 Viver a verdadeira fé em Cristo não segundo vãs doutrinas II. Advertência contra os erros
9-15 Só Cristo é o verdadeiro Chefe dos homens e dos anjos
16-23 Contra a falsa ascese, segundo “os elementos do mundo”
3 1-4 A união com o Cristo celestie é o princípio da vida nova
5-17 Preceitos gerais de vida cristã III. Exortação
18-25 Preceitos particulares de moral doméstica
4 1
2-6 Espírito apostólico
7-9 Notícias pessoais
10-18 Saudações e voto final
Tessalonicenses Primeira 1 1 Endereço
2-10 Ação de graças e felicitações
2 1-12 A atitude de Paulo durante sua estada em Tessalônica
13-16 A fé e a paciência dos tessalonicenses
17-19 A preocupação do Apóstolo
3 1-5 O envio de Timóteo a Tessalônica
6-13 Ação de graças pelas notícias recebidas
4 1-12 Recomendações: santidade de vida e amor
13-18 Os mortos e os vivos na Vinda do Senhor
5 1-11 A vigilância aguardando a vinda do Senhor
12-22 Algumas exigências da vida comunitária
23-28 Última oração e despedida
Segunda 1 1-2 Endereço
3-12 Ação de graças e encorajamento. A última retribuição
2 1-12 A vinda do Senhor e o que a precederá
13-17 Exortação à perseverança
3 1-5
6-15 Advertência contra a desordem
16-18 Oração e despedida
Timóteo Primeira 1 1-2 Endereço
3-7 A ameaça dos falsos doutores
8-11 O verdadeiro papel da Lei
12-17 Paulo e sua vocação
18-20 Timóteo diante de suas responsabilidades
2 1-8 A oração litúrgica
9-15 Comportamento das mulheres
3 1-7 O epíscopo
8-13 Os diáconos
14-16 A Igreja e o mistério da piedade
4 1-16 Os falsos doutores
5 1-2 Os fiéis em geral
3-16 As viúvas
17-25 Os presbíteros
6 1-2a Os escravos
2b-10 Retrato do verdadeiro e do falso doutor
11-16 Solene admoestação a Timóteo
17-19 Retrato do cristão rico
20-21 Admoestação final e saudação
Segunda 1 1-5 Endereço e ação de graças
6-18 As graças recebidas por Timóteo
2 1-13 O sentido dos sofrimentos do apóstolo cristão
14-26 Luta contra o perigo atual dos falsos doutores
3 1-17 Advertência contra os perigos dos últimos tempos
4 1-8 Solene admoestação
9-18 Últimas recomendações
19-22 Saudações e voto final
Tito 1 1-4 Endereço e saudação
5-9 Instituição dos presbíteros
10-16 Luta contra os falsos doutores
2 1-10 Deveres particulares de certos fiéis
11-15 Fundamento dogmático dessas recomendações
3 1-7 Deveres gerais dos fiéis
8-11 Conselhos especiais a Tito
12-15 Recomendações práticas. Saudações e voto final
Filêmon 1-3 Endereço
4-7 Ação de graças e oração
8-21 Pedido em favor de Onésimo
22-25 Recomendações. Saudações
Hebreus 1 1-4 A grandeza do Filho de Deus encarnado Prólogo
5-14 O Filho
2 1-4 Exortação
5-18 Base escriturística: exegese do Sl 8 O sacerdócio de Cristo
3 1-6 Cristo é superior a Moisés A fé: caminho para o repouso divino
7-19 A fé introduz no repouso de Deus
4 1-13
14-16 Retomada do tema sacerdotal
5 1-10 Sacrifício terrestre: no dia de sua carne O sacerdócio de Cristo (continuação)
11-14 Vida cristã e teologia Chamada de atenção
6 1-8 O autor expõe sua intenção
9-18 Palavras de esperança e de encorajamento
19-20 Retomada do tema sacerdotal
7 1-3 Melquisedec O sacerdócio de Cristo (continuação)
4-10 Melquisedec recebeu o dízimo de Abraão
11-14 Do sacerdócio levítico ao de Melquisedec
15-19 A ab-rogação da prescrição anterior
20-25 Imutabilidade do sacerdócio de Cristo
26-28 Perfeição do Sumo Sacerdote celeste
8 1-5 O novo sacerdócio e o novo santuário Excurso: A superioridade do culto, do santuário e da mediação de Cristo sacerdote
6-13 Cristo mediador de aliança melhor
9 1-14 Cristo entra no santuário celeste
15-28 Cristo sela a nova Aliança pelo seu sangue
10 1-10 Ineficácia dos sacrifícios antigos O sacerdócio de Cristo (final)
11-18 A eficácia do sacrifício de Cristo
19-25 Transição
26-31 Perigo da apostasia
32-35 Motivos de perseverança
36-39 A espera escatológica A fé perseverante
11 1-40 A fé exemplar dos antepassados
12 1-4 O exemplo de Jesus Cristo
5-13 A educação paterna de Deus
14-17 Castigo da infidelidade
18-29 As duas alianças
13 1-6 Últimas recomendações Apêndice
7-9a Sobre a fidelidade
9b-16 Recapitulação
17-19 Obediência aos guias espirituais
20-21 Bênção final e doxologia
22-25 Bilhete de envio
Epístolas católicas São Tiago 1 1 Endereço e saudação
2-4 O benefício das provações
5-8 A súplica confiante
9-11 O destino do rico
12-15 A provação
16-27 Receber a Palavra e pô-la em prática
2 1-13 O respeito devido aos pobres
14-26 A fé e as obras
3 1-12 Contra a intemperança na linguagem
13-18 A verdadeira e a falsa sabedoria
4 1-12 Contra as discórdias
13-17 Admoestação aos ricos
5 1-6
7-11 A vinda do Senhor
12-20 Exortações finais
São Pedro Primeira 1 1-2 Endereço e saudação
3-5 Introdução. A herança concedida pelo Pai
6-9 Amor e fidelidade para com Cristo
10-12 A revelação profética do Espírito
13-21 Requisitos da vida nova. Santidade do neófito
22-25 A regeneração pela Palavra
2 1-3
4-10 O novo sacerdócio
11-12 Deveres dos cristãos: entre os gentios
13-17 Para com as autoridades
18-25 Para com os senhores exigentes
3 1-7 No matrimônio
8-12 Entre irmãos
13-17 Na perseguição
18-22 A ressurreição e a descida à mansão dos mortos
4 1-6 Rompimento com o pecado
7-11 À espera da Parusia
12-19 Felizes aqueles que sofrem com Cristo
5 1-4 Admoestações: aos anciãos
5-11 Aos fiéis
12-14 Último aviso. Saudações
Segunda 1 1-2 Endereço
3-11 A liberalidade de Deus
12-18 O testemunho apostólico
19-21 A palavra profética
2 1-3 Os falsos doutores
4-10a As lições do passado
10b-22 O castigo vindouro
3 1-2 O Dia do Senhor: os profetas e os apóstolos
3-10 Os falsos doutores
11-18 Novo apelo à santidade. Doxologia
São João Primeira 1 1-4 O Verbo encarnado e a comunhão com o Pai e o Filho Introdução
5-7 I. Caminhar na luz
8-10 Primeira condição: romper com o pecado
2 1-2
3-11 Segunda condição: observar os mandamentos, principalmente o da caridade
12-17 Terceira condição: preservar-se do mundo
18-28 Quarta condição: preservar-se dos anticristos
29 II. Viver como filhos de Deus
3 1-2
3-10 Primeira condição: romper com o pecado
11-24 Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade
4 1-6 Terceira condição: preservar-se dos anticristos e do mundo
7-21 À fonte da caridade III. Às fontes da caridade e da fé
5 1-4
5-13 À fonte da fé
14-17 A oração pelos pecadores Complementos
18-21 Resumo da epístola
Segunda 1-3 Saudação
4-6 O mandamento da caridade
7-11 Os anticristos
12-13 Conclusão
Terceira 1-2 Saudação
3-8 Elogio de Gaio
9-11 Conduta de Diótrefes
12 Elogio de Demétrio
13-15 Epilogo
São Judas 1-2 Endereço
3-4 Ocasião
5-7 Os falsos doutores. O castigo que os ameaça
8-10 Suas blasfêmias
11-16 Sua perversidade
17-19 Exortações aos fiéis. O ensinamento dos apóstolos
20-23 Os deveres da caridade
24-25 Doxologia
Apocalipse 1 1-3 Prólogo
4-8 Endereço I. As cartas às Igrejas da Ásia
9-20 Visão preparatória
2 1-7 I. Éfeso
8-11 II. Esmirna
12-17 III. Pérgamo
18-29 IV. Tiatira
3 1-6 V. Sardes
7-13 VI. Filadélfia
14-22 VII. Laodiceia
4 1-11 Deus entrega o destino do mundo ao Cordeiro II. As visões proféticas 1. Os prelúdios do “grande dia” de Deus
5 1-14
6 1-17 O Cordeiro rompe os sete selos
7 1-8 Os que servem a Deus serão preservados
9-17 O triunfo dos eleitos no céu
8 1 O sétimo selo
2-5 As orações dos santos apressam a vinda do Grande Dia
6-13 As quatro primeiras trombetas
9 1-12 A quinta trombeta
13-21 A sexta trombeta
10 1-7 A iminência do castigo final
8-11 O livrinho engolido
11 1-13 As duas testemunhas
14-19 A sétima trombeta
12 1-17 Visão da Mulher e do Dragão
18 O Dragão transmite seu poder à Besta
13 1-10
11-18 O falso profeta a serviço da Besta
14 1-5 Os companheiros do Cordeiro
6-13 Os Anjos anunciam a hora do julgamento
14-20 A ceifa e a vindima das nações
15 1-4 O cântico de Moisés e do Cordeiro
5-8 As sete pragas das sete taças
16 1-21
17 1-7 A Prostituta famosa 2. O castigo de Babilônia
8-18 O simbolismo da Besta e da Prostituta
18 1-3 Um Anjo anuncia a queda de Babilônia
4-8 O povo de Deus deve fugir
9-24 Lamentações sobre Babilônia
19 1-10 Cantos de triunfo no céu
11-21 O primeiro combate escatológico 3. O extermínio das nações gentílicas
20 1-6 O reino de mil anos
7-10 O segundo combate escatológico
11-15 O julgamento das nações
21 1-8 A Jerusalém celeste
9-27 A Jerusalém messiânica
22 1-15
16-21 Epílogo

Apocalipse

Capítulo Versículos Trecho
1 1-3 Prólogo
4-8 Endereço I. As cartas às Igrejas da Ásia
9-20 Visão preparatória
2 1-7 I. Éfeso
8-11 II. Esmirna
12-17 III. Pérgamo
18-29 IV. Tiatira
3 1-6 V. Sardes
7-13 VI. Filadélfia
14-22 VII. Laodiceia
4 1-11 Deus entrega o destino do mundo ao Cordeiro II. As visões proféticas 1. Os prelúdios do “grande dia” de Deus
5 1-14
6 1-17 O Cordeiro rompe os sete selos
7 1-8 Os que servem a Deus serão preservados
9-17 O triunfo dos eleitos no céu
8 1 O sétimo selo
2-5 As orações dos santos apressam a vinda do Grande Dia
6-13 As quatro primeiras trombetas
9 1-12 A quinta trombeta
13-21 A sexta trombeta
10 1-7 A iminência do castigo final
8-11 O livrinho engolido
11 1-13 As duas testemunhas
14-19 A sétima trombeta
12 1-17 Visão da Mulher e do Dragão
18 O Dragão transmite seu poder à Besta
13 1-10
11-18 O falso profeta a serviço da Besta
14 1-5 Os companheiros do Cordeiro
6-13 Os Anjos anunciam a hora do julgamento
14-20 A ceifa e a vindima das nações
15 1-4 O cântico de Moisés e do Cordeiro
5-8 As sete pragas das sete taças
16 1-21
17 1-7 A Prostituta famosa 2. O castigo de Babilônia
8-18 O simbolismo da Besta e da Prostituta
18 1-3 Um Anjo anuncia a queda de Babilônia
4-8 O povo de Deus deve fugir
9-24 Lamentações sobre Babilônia
19 1-10 Cantos de triunfo no céu
11-21 O primeiro combate escatológico 3. O extermínio das nações gentílicas
20 1-6 O reino de mil anos
7-10 O segundo combate escatológico
11-15 O julgamento das nações
21 1-8 A Jerusalém celeste
9-27 A Jerusalém messiânica
22 1-15
16-21 Epílogo

Fonte: Bíblia de Jerusalém.

Primeira Epístola de São João

Capítulo Versículos Trecho
1 1-4 O Verbo encarnado e a comunhão com o Pai e o Filho Introdução
5-7 I. Caminhar na luz
8-10 Primeira condição: romper com o pecado
2 1-2
3-11 Segunda condição: observar os mandamentos, principalmente o da caridade
12-17 Terceira condição: preservar-se do mundo
18-28 Quarta condição: preservar-se dos anticristos
29 II. Viver como filhos de Deus
3 1-2
3-10 Primeira condição: romper com o pecado
11-24 Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade
4 1-6 Terceira condição: preservar-se dos anticristos e do mundo
7-21 À fonte da caridade III. Às fontes da caridade e da fé
5 1-4
5-13 À fonte da fé
14-17 A oração pelos pecadores Complementos
18-21 Resumo da epístola

Fonte: Bíblia de Jerusalém.