Corrupção legal

Analise a foto (as faixas, em especial; clique para ampliar):

 

mensalãoooooooooooooooooo[1]

Leia a notícia:

BNDES patrocina evento do MST em Brasília com R$ 350 mil

Pra quem não sabe, o evento da foto é o mesmo da notícia.

E aí? Achou algo estranho? Vejamos:

1. O PT (através da Caixa e do BNDES) dá R$ 550 mil para o MST.

2. O MST usa esse dinheiro para ir à Praça dos Três Poderes protestar contra o julgamento do mensalão.

Agora deu pra perceber o que está errado?

Pra quem não entendeu ainda, o resumo é: o PT dá dinheiro pro MST defender os interesses do PT. Ou seja: isso é roubo! É corrupção! E pior: uma “corrupção legal”, dentro da lei!

Isso é usar dinheiro público em benefício próprio! O dinheiro saiu do PT para benefício do PT. A única diferença de roubar diretamente é que nesse caso houve um intermediário: o MST.

É por essas e outras que as empresas públicas deveriam ser proibidas de patrocinar quem quer que seja.

Evangelho segundo São Marcos

Capítulo Versículos Trecho
1 1-8 Pregação de João Batista I. A preparação do ministério de Jesus
9-11 Batismo de Jesus
12-13 Tentação no deserto
14-15 Jesus inaugura sua pregação II. O ministério de Jesus na Galileia
16-20 Vocação dos quatro primeiros discípulos
21-28 Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado
29-31 Cura da sogra de Pedro
32-34 Diversas curas
35-39 Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia
40-45 Cura de um leproso
2 1-12 Cura de um paralítico
13-14 Chamado de Levi
15-17 Refeição com os pecadores
18-22 Debate sobre o jejum
23-28 As espigas arrancadas
3 1-6 Cura do homem com a mão atrofiada
7-12 As multidões seguem a Jesus
13-19 Instituição dos Doze
20-21 Providências da família de Jesus
22-30 Calúnia dos escribas
31-35 Os verdadeiros parentes de Jesus
4 1-9 Parábola do semeador
10-12 Por que Jesus fala em parábolas
13-20 Explicação da parábola do semeador
21-25 Como receber e transmitir o ensinamento de Jesus
26-29 Parábola da semente que germina por si só
30-32 Parábola do grão de mostarda
33-34 Conclusão sobre as parábolas
35-41 A tempestade acalmada
5 1-20 O endemoninhado geraseno
21-43 Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo
6 1-6a Visita a Nazaré
6b-13 Missão dos Doze
14-16 Herodes e Jesus
17-29 Execução de João Batista
30-44 Primeira multiplicação dos pães
45-52 Jesus caminha sobre as águas
53-56 Curas na região de Genesaré
7 1-13 Discussão sobre as tradições farisaicas
14-23 Ensinamento sobre o puro e o impuro
24-30 Cura da filha de uma siro-fenícia III. Viagens de Jesus fora da Galileia
31-37 Cura de um surdo-gago
8 1-10 Segunda multiplicação dos pães
11-13 Os fariseus pedem um sinal no céu
14-21 O fermento dos fariseus e de Herodes
22-26 Cura de um cego em Betsaida
27-30 Profissão de fé de Pedro
31-33 Primeiro anúncio da paixão
34-38 Condições para seguir a Jesus
9 1
2-8 A transfiguração
9-13 Questão sobre Elias
14-29 O epilético endemoninhado
30-32 Segundo anúncio da paixão
33-37 Quem é o maior
38-40 Uso do nome de Jesus
41 Caridade para com os discípulos
42-50 O escândalo
10 1-12 Discussão sobre o divórcio
13-16 Jesus e as crianças
17-22 O homem rico
23-27 O perigo das riquezas
28-31 Recompensa prometida pelo desprendimento
32-34 Terceiro anúncio da paixão
35-40 O pedido dos filhos Zebedeu
41-45 Os chefes devem servir
46-52 O cego à saída de Jericó
11 1-11 Entrada messiânica em Jerusalém IV. O ministério de Jesus em Jerusalém
12-14 A figueira estéril
15-19 Os vendedores expulsos do Templo
20-26 A figueira seca. Fé e oração
27-33 Questão dos judeus sobre a autoridade de Jesus
12 1-12 Parábola dos vinhateiros homicidas
13-17 O imposto a César
18-27 A ressurreição dos mortos
28-34 O primeiro mandamento
35-37 O Cristo, filho e Senhor de Davi
38-40 Os escribas julgados por Jesus
41-44 O óbolo da viúva
13 1-4 Discurso escatológico. Introdução
5-13 O princípio das dores
14-23 A grande tribulação de Jerusalém
24-27 Manifestação gloriosa do Filho do Homem
28-32 Parábola da figueira
33-37 Vigiar para não ser surpreendido
14 1-2 Conspiração contra Jesus V. A paixão e a ressurreição de Jesus
3-9 A unção em Betânia
10-11 A traição de Judas
12-16 Preparativos para a ceia pascal
17-21 Anúncio da traição de Judas
22-25 Instituição da eucaristia
26-31 Predição da negação de Pedro
32-42 No Getsêmani
43-52 A prisão de Jesus
53-65 Jesus perante o Sinédrio
66-72 Negações de Pedro
15 1-15 Jesus perante Pilatos
16-20a A coroação de espinhos
20b-22 O caminho da cruz
23-28 A crucifixão
29-32 Jesus é escarnecido e injuriado na cruz
33-39 A morte de Jesus
40-41 As santas mulheres no Calvário
42-47 O sepultamento
16 1-8 O túmulo vazio. Mensagem do Anjo
9-20 Aparições de Jesus ressuscitado

Fonte: Bíblia de Jerusalém.

Epístola aos Hebreus

Capítulo Versículos Trecho
1 1-4 A grandeza do Filho de Deus encarnado Prólogo
5-14 O Filho
2 1-4 Exortação
5-18 Base escriturística: exegese do Sl 8 O sacerdócio de Cristo
3 1-6 Cristo é superior a Moisés A fé: caminho para o repouso divino
7-19 A fé introduz no repouso de Deus
4 1-13
14-16 Retomada do tema sacerdotal
5 1-10 Sacrifício terrestre: no dia de sua carne O sacerdócio de Cristo (continuação)
11-14 Vida cristã e teologia Chamada de atenção
6 1-8 O autor expõe sua intenção
9-18 Palavras de esperança e de encorajamento
19-20 Retomada do tema sacerdotal
7 1-3 Melquisedec O sacerdócio de Cristo (continuação)
4-10 Melquisedec recebeu o dízimo de Abraão
11-14 Do sacerdócio levítico ao de Melquisedec
15-19 A ab-rogação da prescrição anterior
20-25 Imutabilidade do sacerdócio de Cristo
26-28 Perfeição do Sumo Sacerdote celeste
8 1-5 O novo sacerdócio e o novo santuário Excurso: A superioridade do culto, do santuário e da mediação de Cristo sacerdote
6-13 Cristo mediador de aliança melhor
9 1-14 Cristo entra no santuário celeste
15-28 Cristo sela a nova Aliança pelo seu sangue
10 1-10 Ineficácia dos sacrifícios antigos O sacerdócio de Cristo (final)
11-18 A eficácia do sacrifício de Cristo
19-25 Transição
26-31 Perigo da apostasia
32-35 Motivos de perseverança
36-39 A espera escatológica A fé perseverante
11 1-40 A fé exemplar dos antepassados
12 1-4 O exemplo de Jesus Cristo
5-13 A educação paterna de Deus
14-17 Castigo da infidelidade
18-29 As duas alianças
13 1-6 Últimas recomendações Apêndice
7-9a Sobre a fidelidade
9b-16 Recapitulação
17-19 Obediência aos guias espirituais
20-21 Bênção final e doxologia
22-25 Bilhete de envio

Fonte: Bíblia de Jerusalém.

“Adote um bandido”

Todos já viram a opinião da Rachel Sheherazade sobre o caso do rapaz que amanheceu preso a um poste com uma tranca de bicicleta no pescoço, né? Pra quem não viu, o vídeo é esse aqui:

Tenho visto alguma confusão por aí (em alguns casos proposital, em alguns casos não) a respeito da última frase do vídeo: “adote um bandido”. É que diante da descoberta que os tais justiceiros também eram bandidos, tenho visto alguns pedirem para a Sheherazade adotá-los. Meu objetivo aqui é mostrar que isso não faz o menor sentido. E só. Não estou aqui pra defender nem a Sheherazade, nem o bandido, nem muito menos os bandidos-justiceiros. Só quero explicar o que muita gente parece não entender (ou não querer entender): que não faz sentido devolver o “adote um bandido” para a Sheherazade.

Pra começar: “adote um bandido”… O que isso significa?

Bom… Essa frase se refere a essa mania irritante que a esquerda tem de não querer punir bandidos, de achar que eles são “vítimas do sistema”, que fazem o que fazem por “não ter opção”, etc., como se todo pobre fosse bandido, o que está longe, muuuuito longe de ser verdade. Se a grande maioria dos pobres optasse pela bandidagem, eu até avaliaria a tese, mas a mera observação da realidade já trata de demolir esses “argumentos” (que nada têm de argumentos, mas de ideologia), então pra que me dar o trabalho?

Outros papos que rapidamente aparecem são os de que “o sistema penitenciário é uma fábrica de bandidos” (como se a realidade não fosse o inverso – eles não entram bonzinhos e saem bandidos, eles já entram bandidos), ou que “o sistema penitenciário não recupera os presos”, como se esse fosse o objetivo das penitenciárias. Mas não é! O próprio nome já dá a dica: “penitenciária” vem de “penitência”, ou seja: pena, castigo. É desejável que o sistema penitenciário recupere os presos? Certamente! Mas é esse não o objetivo principal! O objetivo é manter os cidadãos pacíficos a salvo dos bandidos.

E é justamente aí que entra o “adote um bandido”: se a esquerda defende a tese estapafúrdia de que o bandido tem que ser “recuperado” ao invés de ser preso (olhem a falsa dicotomia: por que “um ou outro”, e não “um e outro”?), então tem a obrigação de prover essa recuperação. Como o estado obviamente não tem essa capacidade (nem ao menos vontade), então que cada esquerdista cumpra seu papel e adote um bandido para recuperá-lo.

E é aí que a tentativa de devolver o “adote um bandido” para a Sheherazade falha miseravelmente: ela não defende essa ideia de recuperação de bandidos, mas apenas que sejam presos, e portanto ela não tem obrigação nenhuma de adotar bandidos.

O “adote um bandido” é um chamado à coerência: quem quer que bandidos sejam recuperados ao invés de presos que aja de acordo! Quem não quer – como é o caso da Sheherazade – não tem nada com isso.

Segunda Epístola aos Coríntios

Capítulo Versículos Trecho
1 1-11 Endereço e saudação. Ação de graças Preâmbulo
12-24 Por que Paulo modificou o plano de viagem I. Os incidentes passados
2 1-11
12-17 De Trôade à Macedônia. Digressão: o ministério apostólico
3 1-18
4 1-6
7-18 Tribulações e esperanças do ministério
5 1-10
11-21 O exercício do ministério apostólico
6 1-10
11-18 Expansões e advertências
7 1-4
5-16 Paulo na Macedônia e encontro com Tito
8 1-15 Motivos de generosidade II. Organização da coleta
16-24 Apresentação elogiosa dos enviados
9 1-5
6-15 Benefícios que resultarão da coleta
10 1-11 Resposta à acusação de fraqueza III. Apologia de Paulo
12-18 Resposta à acusação de ambição
11 1-33 Paulo constrangido a fazer seu próprio elogio
12 1-18
19-21 Apreensões e inquietudes de Paulo
13 1-10
11-13 Recomendações. Saudações. Voto final Conclusão

Fonte: Bíblia de Jerusalém.