Mudança de comportamento

Vamos supor que você rói as unhas. É um comportamento de que você não gosta, mas você simplesmente não consegue se controlar por conta própria. A situação te incomoda tanto que você decide procurar um psicólogo. Já na primeira consulta ele te avisa:

“Olha, eu até poderia te ajudar. Sei como resolver o seu problema. Inclusive, já mudei o comportamento de várias pessoas com esse mesmo problema, e elas ficaram muito satisfeitas. O problema é que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) decidiu que é ilegal tratar esse comportamento. Eu sei exatamente como te ajudar, mas o CFP vai me punir se eu fizer isso. Portanto, boa sorte com suas tentativas, mas infelizmente eu não posso te ajudar”.

Como você reagiria? Acharia normal ou sairia indignado da consulta?

Pois releia o texto acima novamente, trocando “rói as unhas” por “é homossexual”, e você sentirá na pele a situação em que homossexuais estão desde a Resolução CFP 001/99 (note que o link é para o site da CFP).

O parágrafo único do art. 3º do referido documento é bem claro: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

Portanto, o que o CFP diz é o seguinte: se você é homossexual mas não gosta de ser, azar o seu. Você está condenado a repetir esse comportamento de que não gosta para o resto da vida, e está proibido de procurar ajuda para mudar essa situação. Dane-se! (pra não usar outro verbo, que inclusive poderia ser usado como trocadilho)

Daí surge a pergunta: que interesses as organizações dos direitos dos homossexuais defendem? Certamente não é os dos homossexuais, ou eles teriam se manifestado nesses 14 anos. Mas não… Eles estão tão preocupados com o presidente da CDH da Câmara, que não têm tempo para tratar dos interesses dos homossexuais.

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6 comentários sobre “Mudança de comportamento

  1. Infelizmente os militantes gays não ajudam os não militantes, essa ideia dos gays não felizes com suas situações, não poderem receber ajuda psicológica, vem dos militantes.
    Mais uma prova que os gayzistas não representam a todos os homossexuais.

  2. Pingback: “Cura gay” | Zé Cláudio - Meu Espaço
  3. Pingback: Como falar com um adepto do movimento LGBT que use os estratagemas de fingir indignação com a “cura gay”… caso você precise | Luciano Ayan
  4. O problema é que muitas vezes pais de jovens homossexuais os levam em um psicólogo a fim de curá-los, mesmo contra a vontade da pessoa. Tenho um amigo que é gay mas por mais de um ano é obrigado pelos pais a ir “se tratar” em um profissional, ele sofre com isso e simplesmente não pode fazer nada, porque se não colaborar, recebe castigos. Ou seja, há também aquelas situações em que o homossexual é desrespeitado por ser levado a força em um profissional “curar” sua opção sexual como se fosse uma doença, uma aberração.

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